Nova série de apresentações celebra três décadas de carreira da artista e passará por oito capitais brasileiras entre 2026 e 2027
quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Paula Fernandes revela as primeiras datas da turnê "30 & Poucos Anos"
domingo, 27 de setembro de 2026
LANÇAMENTO – BIOGRAFIA DE MOACYR TORREZ PELA EDITORA CRIATIVO
A Editora Criativo acaba de lançar a biografia ilustrada do cartunista e escritor Moacyr Torrez, e já se encontra a venda no site https://www.livrariacriativo.com.br/moacir-torres-o-universo-infantil---biografia/p
O Jornalista
Nobu Chinen foi quem fez o texto, que conta a trajetória do artista Moacyr
Torrez, desde a sua infância humilde até se tornar uma referência do seguimento
infantil e de Heróis no Brasil
Moacyr Torrez
nasceu pobre e interiorano como milhões de brasileiros, mas desde garoto tinha
o sonho de ser desenhista de HQ Infantil. Ele queria divertir outras crianças.
E foi o que aconteceu quando ele cresceu e se tornou um dos maiores produtores
de revistas de atividades e de quadrinhos infantis do Brasil!
Criador da
Turma do Gabi e de centenas de outros personagens alegres e coloridos, em mais
de 50 anos de carreira Moacyr divertiu e instruiu milhares de crianças
brasileiras com as centenas de revista que publicou, ou com os infinitos cursos
e oficinas de desenho que ministrou.
Sempre
alegre, aglutinador e com seu jeito de garoto caipira, Moacyr chega aos quase
70 anos de vida como um dos mais queridos Mestre da HQ infantil do país.
Para
comemorar esta data, nada melhor que uma caprichada biografia para passar a
limpo a trajetória de um artista que nasceu para divertir a criançada.
Vocação
natural para quem, como ele, sempre teve alma de criança!
sexta-feira, 25 de setembro de 2026
Museu do Futebol divulga vencedores do Concurso de Crônicas e Contos 2026
Os 20 textos selecionados pelo júri tratam o tema o Mulheres em Campo em um "esquenta" para a Copa do Mundo FIFA
Cesar Martins Guimarães - São Paulo (SP) - Varzeanas
Catarina Estradas - Cachoeiras de Macacu (RJ) - Pelos seus olhos
Daiane Nascimento - Cajamar (SP) - Eternamente, cacunda
Diane Pereira Sousa - São Luís (MA) - Rumbora
Felipe Beiragrande - Manaus (AM) - Cinquenta e Três
Fernanda Fernandes de Souza – São Paulo (SP) – Cinco Pontas para um amanhã
Igor Maciel - Contagem (MG) - Incompatibilidade de Gênios
Jordana Brandão - São Paulo (SP) - Amor à Camisa!
Laura Magalhães - Suzano (SP) - A arquibancada de vidro e luz.
Lindjane Pereira - João Pessoa (PB) - Traves de pedras
Luciano Furtado - Fortaleza (CE) - A Trave
Paula Delgado - Juiz de Fora (MG) - O que você vai perder?
Rodrygo Pires - Maceió (AL) - O campo também era dela
Túlio Pires Bragança - Córrego do Bom Jesus (MG) - Camisa 8 Amarelo Manga
Valdir Soares Fernando - Jaboatão dos Guararapes (PE) - O gol fora da súmula
SOBRE O MUSEU DO FUTEBOL
Localizado numa área de 6.900 m² no Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho – o Pacaembu, o Museu do Futebol possui salas expositivas que instigam o visitante a experimentar sensações e compreender por que, no Brasil, o futebol é mais do que um esporte: é nosso patrimônio, parte de nossa cultura e de nossa identidade.
O Museu do Futebol é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, concebido pela Fundação Roberto Marinho. O IDBrasil Cultura, Educação e Esporte é a Organização Social de Cultura responsável pela sua gestão.
PATROCINADORES E PARCEIROS
A Temporada 2026 do Museu do Futebol conta com patrocínio máster da Petrobras, patrocínio do Grupo Globo, do Mercado Livre, da Coca-Cola FEMSA Brasil, da Sabesp; apoio da Arkema, do Pinheiro Neto Advogados, da Universidade Santo Amaro (Unisa), da Goodyear, do Itaú Unibanco e da Adidas. Conta ainda com os parceiros de mídia, Rádio TMC, Guia da Semana, Dinamize e JCDecaux. O Museu do Futebol é uma realização do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, e do Ministério da Cultura – Lei Rouanet.
INFORMAÇÕES À IMPRENSA
Museu do Futebol – Comunicação
Renata Beltrão (coord.) | renata.beltrao@idbr.org.br | 11 99267 5447
Lívia Albernaz | livia.albernaz@idbr.org.br | 27 99957-0094
segunda-feira, 14 de setembro de 2026
Autoras indígenas Geni Núñez e Gennis Ara’i lançam livro infantil sobre sabedoria e constelações guaranis
Com ilustrações feitas à mão por Sophia Pinheiro, obra introduz a cultura e os termos guaranis de forma poética e acessível para o público infantil
Na trama, a jovem Takua se perde durante uma tempestade e dá início a uma jornada por territórios desconhecidos e encantados. Para encontrar o caminho de volta para casa, a protagonista é guiada pelas constelações sagradas e por seres mágicos, como um beija-flor falante, a cobra de fogo e um ancião sábio. A narrativa combina uma linguagem envolvente a descrições sensoriais da mata e cantos dos animais, introduzindo termos e conceitos da cultura guarani de forma acessível e integrada à história.
As imagens de Takua e os segredos da constelação guarani foram produzidas originalmente à mão sobre papel, combinando aquarela, giz e lápis, antes de serem digitalizadas e tratadas. O acabamento artesanal confere textura e profundidade ao universo visual, traduzindo o encanto do cosmos e dos cenários naturais da obra.
Ao aliar literatura infantil, valorização dos saberes originários e representatividade, a obra se consolida como uma importante contribuição para a difusão da cosmologia e das crenças guaranis. O livro oferece a crianças, educadores e famílias uma imersão poética e educativa sobre o respeito à natureza e a preservação das memórias ancestrais brasileiras.
FICHA TÉCNICA
Título: Takua e os segredos da constelação guarani
Autoras: Geni Núñez e Gennis Ara’i
Ilustradora: Sophia Pinheiro
ISBN 978-85-422-4352-9
Páginas 64
Preço R$ 84.90
Editora Planeta | Selo tatu-bola
SOBRE AS AUTORAS
Geni Núñez é ativista indígena Guarani, psicóloga e escritora. Atualmente, é pesquisadora de pós-doutorado no Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (USP). Tem doutorado no Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), mestrado em Psicologia Social (UFSC) e graduação em Psicologia. É membro da Comissão de Direitos Humanos (CDH), do Conselho Federal de Psicologia (CFP) e coassistente da Comissão Guarani Yvyrupa (CGY).
Gennis Ara´í Martins Timóteo, doutoranda em Antropologia Social, mestre em Antropologia Social, formada pela Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica ênfase em meio ambiente e cultura indígena da Universidade Federal de Santa Catarina. Diretora da Escola Indígena de Educação Básica Wherá Tupã Poty Djá e moradora da Terra Indígena Yyn Moroti Wherá ou M’biguaçu, Biguaçu/ Santa Catarina.
SOBRE A ILUSTRADORA
Sophia Pinheiro nasceu em Goiânia (1990), de família caipira, com a terra perto. Seu trabalho investiga pedagogias contracoloniais, cultura popular, mulheridades e ecologias — ver com os olhos da floresta — em filmes, livros, imagens, gestos. É artista visual, cineasta, educadora popular e pesquisadora. Fez graduação em Artes Visuais e mestrado em Antropologia na Universidade Federal de Goiás (UFG) e doutorado em Cinema na Universidade Federal Fluminense (UFF). Atualmente vive em São Paulo, onde é professora de Cinema na Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP). Ilustrou e escreveu o livro infantojuvenil Teko Hypy: a origem do mundo com Patrícia Pará Yxapy, Ariel Kuaray e Leandro Kuaray e ilustrou A jabota poliglota escrito por Denilson Baniwa, ambos pela Editora Boitatá.
SOBRE O SELO
Reconhecendo a importância da literatura nos primeiros anos de vida, o selo busca apoiar e enriquecer as experiências dos pequenos promovendo o desenvolvimento sensorial, de descobertas e vínculo até os 3 anos de idade e incentivando a imaginação e a investigação para as crianças até os 6 anos. O tatu-bola engloba três linhas editoriais: Literatura, com nomes já estabelecidos na área, como Alexandre Rampazo e Thiago de Melo Andrade; Autores best-sellers da editora, como Christian Dunker, Ana Suy, Alexandre Coimbra e Geni Núñez; e Coedições e franquias, livros de banho, pano, cartonados e para colorir.
quinta-feira, 10 de setembro de 2026
Orquestra Jovem une Oriente e Ocidente em concerto
Apresentação gratuita acontece em Indaiatuba e recebe músicos do Ensemble Gaoshan Liushui
A Orquestra Sinfônica Jovem de Indaiatuba apresenta, no dia 12 de setembro, às 20h, na Sala Acrísio de Camargo, no Ciaei, o concerto Oriente & Ocidente. Sob direção artística e regência do maestro Anderson Vargas, o concerto reúne diferentes tradições musicais e recebe como convidados Nelson Lin e Alfredo Rezende, integrantes do Ensemble Gaoshan Liushui, grupo dedicado ao estudo, pesquisa e interpretação da música chinesa. A entrada é gratuita, com ingressos disponíveis pela plataforma Sympla.
O programa reúne obras de diferentes períodos e tradições musicais, passando por compositores russos e franceses, pela música chinesa e pela produção brasileira. Entre os autores estão Mikhail Ippolitov-Ivanov, Rimsky-Korsakov, Alexander Borodin, Hua Yanjun (Abing), Huang Haihuai, Wang Liping, Rafael Lindemute e Camille Saint-Saëns.
Um dos destaques da apresentação será a presença de instrumentos tradicionais chineses. Nelson Lin toca yangqin, instrumento tradicional chinês de cordas percutidas com pequenas hastes, enquanto Alfredo Rezende toca erhu, instrumento de duas cordas tocado com arco, frequentemente chamado de violino chinês. Os músicos participam de diferentes momentos do programa ao lado da Orquestra Sinfônica Jovem de Indaiatuba.
Entre as obras selecionadas para o concerto está Erquan Yingyue (Luar sobre a Fonte Dúplice), de Hua Yanjun, conhecido como Abing. Originalmente escrita para erhu, é uma das composições mais conhecidas da música tradicional chinesa. De caráter expressivo e contemplativo, a peça evoca a imagem do luar refletido sobre as águas de uma fonte e transmite sentimentos de melancolia, solidão e esperança.
Também integra o programa Corrida de Cavalos, de Huang Haihuai, que é inspirada nas tradicionais corridas de cavalos do interior da Mongólia. Originalmente escrita para erhu, a composição utiliza ritmos vibrantes, passagens rápidas e efeitos que remetem ao galope dos cavalos e à atmosfera festiva das celebrações mongóis.
Outra obra chinesa é Canção do Enterro das Flores, de Wang Liping, inspirada em um dos momentos do clássico da literatura chinesa O Sonho da Câmara Vermelha. De caráter lírico e contemplativo, a composição aborda a passagem do tempo, a beleza transitória e a fragilidade da vida.
O repertório inclui ainda Bem a Todos, do brasileiro Rafael Lindemute, obra de caráter leve e expressivo que combina elementos da música de concerto com uma linguagem acessível e envolvente.
ENTRE CULTURAL
A relação entre Oriente e Ocidente também está presente em obras de compositores europeus escolhidas para o programa. Em Procissão do Sardar, Mikhail Ippolitov-Ivanov se inspira nas paisagens e tradições musicais do Cáucaso para construir uma composição de atmosfera grandiosa e festiva. A peça retrata a entrada solene de um sardar — título atribuído a um comandante ou líder militar — por meio de melodias de caráter oriental e ritmos marcantes.
Inspirada nas histórias de As Mil e Uma Noites, Scheherazade, de Rimsky-Korsakov, evoca esse universo por meio de melodias, contrastes e diferentes cores orquestrais. Composta em 1888, a suíte sinfônica acompanha livremente as narrativas de Scheherazade, que conta histórias ao sultão para prolongar sua vida. No concerto, a Orquestra Jovem apresenta temas da obra.
Já Nas Estepes da Ásia Central, de Alexander Borodin, retrata musicalmente uma caravana atravessando as vastas paisagens da região. Composta em 1880, a obra combina elementos da tradição musical russa com melodias de inspiração oriental.
O programa traz ainda Bacchanale, de Camille Saint-Saëns, trecho da ópera Samson et Dalila. Executada no terceiro ato da ópera, durante uma celebração em honra ao deus Dagon, a composição combina ritmos marcantes, melodias de inspiração oriental e uma orquestração que ganha intensidade e dramaticidade ao longo da obra.
CONVIDADOS
Músico, compositor e arranjador, Nelson Lin integra o Ensemble Gaoshan Liushui como instrumentista de yangqin, instrumento que estudou com Jing Lu. Vencedor do Concurso Tocata Brasileira de 2008 com a obra Tocata Paulista, participou também do Primeiro Concurso Internacional Frederic Chopin para pianistas amadores, em Varsóvia. Integra ainda a Orquestra Mundana Refugi e foi produtor executivo do álbum Paisagens da China, lançado em 2017, e do novo trabalho do Ensemble Gaoshan Liushui, de 2026.
Alfredo Rezende é bacharel em Música pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e estudou com Moacyr Del Picchia, Cláudio Micheletti e Emmanuele Baldini. Integra a Orquestra Sinfônica de Indaiatuba, onde também leciona violino na Escola de Música, e atua como violinista e professor na Orquestra Filarmônica de Itu. No Ensemble Gaoshan Liushui, dedica-se ao estudo, à pesquisa e à interpretação da música chinesa, atuando com o erhu.
Sobre a Sinfônica Jovem
Fundada em 2003 pelo maestro Paulo de Paula, a Orquestra Jovem de Indaiatuba atua desde sua criação como uma orquestra-escola, oferecendo aos jovens músicos da cidade a oportunidade de ampliar a experiência artística por meio de ensaios e apresentações.
No segundo semestre de 2025, com a inclusão dos naipes de sopros — madeiras e metais — e de percussão à formação, até então composta exclusivamente por instrumentos de cordas, o grupo passou a ser oficialmente denominado Orquestra Sinfônica Jovem de Indaiatuba.
SERVIÇO
Concerto Oriente & Ocidente – Orquestra Sinfônica Jovem de Indaiatuba
Direção artística e regência: Anderson Vargas
Data: 12/09 | Horário: 20h
Local: Sala Acrísio de Camargo (Ciaei) l Endereço: Avenida Engenheiro Fábio Roberto Barnabé, 3665 - Jardim Regina, Indaiatuba (SP) – MAPA AQUI
Ingressos: gratuitos, disponíveis pela plataforma Sympla
Realização: AMOSI (Associação Mantenedora da Orquestra Sinfônica de Indaiatuba), em parceria com a Prefeitura de Indaiatuba, por meio da Secretaria Municipal de Cultura
Patrocínio: Tuberfil, Plastek, John Deere e Unicred
Apoio: MMídia, Atom, Cer! Content e Armazém da Notícia
terça-feira, 8 de setembro de 2026
6º Salão de Humor sobre Doação de Órgãos - Internacional
Edição seleciona 300 obras de 148 artistas, reúne representantes de 31 países e consolida a projeção internacional da iniciativa
Indaiatuba (SP), setembro de 2026 – O 6º Salão de Humor sobre Doação de Órgãos - Internacional, promovido pelo Instituto GABRIEL, chegou a uma nova etapa com a seleção de 300 obras produzidas por 148 artistas de 31 países.
Nesta edição, o concurso recebeu 552 trabalhos inscritos por 208 artistas. Após a avaliação do Júri de Seleção, as obras escolhidas seguem agora para a etapa de premiação, que reconhecerá os destaques nas categorias Cartum, Charge e Caricatura.
Os números reforçam a relevância alcançada pelo Salão e sua capacidade de reunir diferentes culturas, estilos e perspectivas em torno de um propósito comum: ampliar a conscientização sobre a doação de órgãos e tecidos por meio da arte e do humor gráfico.
Mais do que uma competição artística, o Salão se consolidou como uma ferramenta de comunicação e sensibilização. Por meio de charges, cartuns e caricaturas, os participantes abordam um tema que ainda enfrenta desinformação, tabus e resistência familiar, utilizando a criatividade para provocar reflexão e estimular o diálogo.
Para a presidente do Instituto GABRIEL, Maria Inês Toledo de Azevedo Carvalho, a presença de artistas de 31 países demonstra que a mensagem da doação de órgãos ultrapassou fronteiras.
“É emocionante perceber como o Salão vem crescendo e ganhando relevância internacional. Cada artista traz sua cultura, seu olhar e sua maneira de interpretar a doação de órgãos. Essa internacionalização amplia exponencialmente o alcance da nossa mensagem e mostra que a arte pode unir diferentes países em torno da valorização da vida”, destaca Maria Inês.
Premiação valoriza talento e conscientização
Além de contribuir para a disseminação da cultura da doação, os artistas concorrem a premiações em dinheiro. Nas categorias Cartum e Charge, os primeiros colocados receberão R$ 1 mil e os segundos colocados, R$ 500.
A categoria Caricatura integra o Prêmio Especial Valdir de Carvalho, criado em homenagem ao cofundador do Instituto GABRIEL e um dos idealizadores do Salão de Humor sobre Doação de Órgãos, ao lado de Maria Inês Carvalho e do cartunista Mário Mastrotti.
A divulgação das obras premiadas está marcada para o dia 14 de outubro de 2026, em transmissão pelo canal do Instituto GABRIEL no YouTube.
A lista completa dos artistas selecionados é divulgada exclusivamente nas redes sociais do Instituto GABRIEL.
Serviço
Evento: 6º Salão de Humor sobre Doação de Órgãos - Internacional
Premiação: 14 de outubro de 2026
Transmissão: Canal do Instituto GABRIEL no YouTube
Instituto GABRIEL: www.gabriel.org.br
Instagram: @instituto.gabriel
Sobre o Instituto GABRIEL - Fundado em 2000, o Instituto GABRIEL é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos que atua na informação, sensibilização e conscientização sobre a importância da doação de órgãos e tecidos. Sediada em Indaiatuba, a organização desenvolve campanhas, palestras e projetos voltados à formação de uma cultura doadora e trabalha para consolidar o município como a Capital da Doação de Órgãos. Entre suas principais iniciativas estão o Salão de Humor sobre Doação de Órgãos, o Movimento Setembro Verde e o programa Embaixadores da Chama.
quinta-feira, 3 de setembro de 2026
Do texto de poucas linhas ao livro: Augusto Branco mostra como a internet pode ser uma porta de entrada para a leitura
Autor que conquistou milhões de leitores com poemas compartilhados nas redes comenta pesquisa que aponta aumento da leitura entre usuários de formatos digitais e dá dicas para criar o hábito
Durante anos, a recomendação para quem queria ler mais era simples: desligar o celular, afastar as distrações e abrir um livro. Mas o comportamento do leitor mudou e os dados mais recentes mostram que a própria tela pode estar ajudando a aproximar brasileiros da literatura.
Uma pesquisa da Nielsen BookData, divulgada nesta quarta-feira (2), aponta que cerca de 18 milhões de brasileiros passaram a ler mais depois de aderirem aos formatos digitais. Entre os leitores de e-books, 43% afirmam ter passado a ler “muito mais”; entre os consumidores de audiobooks, o índice chega a 45%.
O levantamento, realizado pela Nielsen BookData e viabilizado pelo Skeelo, ouviu 3 mil brasileiros de diferentes classes socioeconômicas, gêneros e regiões do país. A pesquisa também revela que as redes sociais se tornaram importantes pontos de descoberta de livros: entre os leitores de e-books, 27% buscam informações sobre livros no Instagram, o mesmo percentual registrado no YouTube, enquanto 23% recorrem ao TikTok. Entre consumidores de audiobooks, os índices são de 27%, 33% e 25%, respectivamente.
O cenário ajuda a entender a trajetória do escritor e poeta Augusto Branco, considerado um dos principais nomes da poesia aforística no mundo. Muito antes de os conteúdos literários curtos se tornarem parte da rotina das redes sociais, o autor utilizava a internet para publicar poemas e reflexões que podiam ser lidos em poucos segundos e que acabaram compartilhados por milhões de pessoas.
Seus versos circularam entre artistas, apresentadores, influenciadores e leitores anônimos, fazendo com que a poesia chegasse a públicos que talvez não procurassem espontaneamente um livro de poemas. A estratégia, ainda que não tenha começado como uma fórmula para formar leitores, criou uma relação diferente entre literatura e cotidiano: o leitor podia encontrar um poema no meio da navegação pelas redes e, em poucos segundos, ter contato com uma experiência literária.
Para Augusto, esse primeiro contato pode ser importante principalmente para quem acredita não ter tempo para ler. “Nem sempre é preciso começar lendo dezenas de páginas. Uma frase, um poema ou uma crônica podem ser o primeiro passo. O importante é criar uma relação de prazer e curiosidade com a leitura”, afirma o autor.
Como começar a ler mais, segundo Augusto Branco:
A trajetória do poeta na internet também ajuda a pensar em maneiras mais simples de incorporar a leitura à rotina.
Comece pequeno.
Quem não tem o hábito de ler pode começar com poemas, crônicas e contos. Textos curtos reduzem a sensação de que é preciso reservar muito tempo para a leitura.
Aproveite os intervalos.
Alguns minutos esperando uma consulta, durante uma pausa ou no transporte podem ser suficientes para ler algumas páginas. A constância pode ser mais importante do que a quantidade.
Use as redes para descobrir autores.
Perfis de escritores e criadores de conteúdo literário podem funcionar como uma porta de entrada. Um texto encontrado no Instagram, TikTok ou YouTube pode despertar a curiosidade por uma obra completa.
Escolha assuntos que realmente interessem.
Não existe uma única maneira correta de começar. Romance, poesia, suspense, biografia, história, crônica ou não ficção podem despertar o hábito, desde que exista identificação com o tema.
Experimente diferentes formatos.
Livro físico, e-book e audiobook não precisam competir entre si. Cada formato pode ocupar um espaço diferente na rotina.
Não transforme a leitura em obrigação.
Estabelecer metas muito grandes pode fazer com que o hábito seja abandonado. Cinco ou dez páginas por dia já podem representar um começo.
A relação de Augusto Branco com textos curtos na internet não significa que sua literatura tenha permanecido limitada a esse formato. Depois de conquistar milhões de leitores com seus poemas, o autor inicia uma nova fase com o romance A Samira e o Deserto.
A obra, escrita ao longo de cerca de três décadas, acompanha a amizade entre um menino e um misterioso paisagista conhecido como “Velho das Areias”. A narrativa aborda temas como luto, amizade, amadurecimento, empatia, preservação ambiental e reconstrução depois das perdas.
O romance também representa uma mudança de escala para um autor que ficou conhecido justamente pela capacidade de condensar sentimentos e reflexões em poucas linhas. A sensibilidade presente em sua poesia passa agora para uma narrativa de ficção mais extensa.
“Escrever sempre foi minha forma de compreender a vida. Em A Samira e o Deserto, cada página carrega um pouco das perguntas que todos nós fazemos sobre amor, dor, esperança e recomeços”, afirma Augusto.
A mudança no comportamento do público ocorre em paralelo à expansão do mercado editorial brasileiro. No acumulado de 2026, foram vendidos 35,6 milhões de exemplares, com faturamento de R$ 1,89 bilhão — altas de 10,2% e 12,7%, respectivamente, em relação ao mesmo período de 2025, segundo o Painel do Varejo de Livros no Brasil, realizado pela Nielsen BookData e divulgado pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL).
Os números indicam que a relação entre tecnologia e leitura pode ser menos de disputa e mais de transformação. A mesma tela que concentra vídeos, mensagens e redes sociais também pode apresentar um poema, indicar um autor, permitir o download de um e-book ou reproduzir um audiobook.
A trajetória de Augusto Branco representa justamente essa mudança: a literatura saiu das páginas e passou a encontrar o leitor também no meio da rotina digital. Para quem ainda não tem o hábito de ler, talvez o caminho não precise começar longe do celular, mas pode começar justamente com algumas linhas dentro dele.
terça-feira, 1 de setembro de 2026
Livro infantil incentiva meninas a se tornarem heroínas da própria história
Gustavo Tait e Duda Polessi abordam autoestima, amizade e protagonismo feminino por meio de uma aventura inspirada em mulheres que transformaram o mundo
As princesas sempre ocuparam um lugar especial no imaginário infantil, mas e se o verdadeiro poder estivesse nas heroínas da vida real? Essa é a proposta de Duda e o Clube das Heroínas, novo livro de Gustavo Tait e Duda Polessi, que convida meninas a embarcarem em uma jornada de autoconfiança, amizade e inspiração a partir das histórias de mulheres que transformaram o mundo.
Na trama, Duda descobre que algumas mulheres realizaram feitos extraordinários sem recorrer a coroas, feitiços ou poderes mágicos. Fascinada por essas histórias, ela reúne suas melhores amigas para criar o Clube das Heroínas. Entre desafios inesperados, aventuras divertidas e aprendizados marcantes, o grupo busca entender o que realmente faz de alguém uma heroína e acaba descobrindo que essa resposta pode estar mais próxima do que imaginavam.
Autor best-seller, comunicador social e criador da página @luzmanifesto, Gustavo Tait é conhecido por abordar temas como masculinidade, consciência e sociedade. Ao lado de sua companheira, Duda Polessi, ele escreveu a obra com o propósito de incentivar meninas a acreditarem em si mesmas, desenvolverem sua autonomia e reconhecerem seu potencial para protagonizar a própria história.
Duda e o Clube das Heroínas apresenta uma mensagem atual e inspiradora: toda menina pode se tornar a heroína da própria vida quando aprende a confiar em sua coragem, seus valores e sua capacidade de fazer a diferença no mundo.
FICHA TÉCNICA
Título: Duda e o clube das heroínas
Autores: Duda Polessi e Tait
Ilustradora: Renata de Souza
Páginas: 208
Preço livro físico: R$ 59,90
Editora Planeta | Selo Outro Planeta
SOBRE OS AUTORES
Gustavo Tait é escritor, comunicador social e dedica sua vida a criar obras que promovem empatia, respeito e consciência. Padrasto de uma menina, acredita que toda criança merece crescer em um mundo mais justo, seguro e repleto de amor.
Duda Polessi é mãe, apaixonada por literatura e pelos animais e acredita no poder das histórias para transformar vidas. Com sensibilidade e carinho, escreve para inspirar meninas a crescerem fortes, corajosas, livres e confiantes em quem são.
SOBRE O SELO
Outro Planeta é o selo jovem da Planeta, que traz as melhores histórias da ficção juvenil nacional e estrangeira, além de projetos de não ficção, guias, livros de fãs entre outros. Apesar de ser um dos selos mais recentes da editora no Brasil, é a casa de alguns dos maiores best-sellers do grupo. O público-alvo são os leitores de 8 a 14 anos, chegando também aos leitores YA. Focamos em autores que são promessas da literatura nacional e internacional. Alguns de nossos autores de destaque: Gabriel Dearo e Manu Digilio (As aventuras de Mike e As aventuras de Priminha Irritante), Maidy Lacerda (O diário de uma princesa desastrada e Caderno de Scorpio), Tillie Cole (Mil beijos de garoto), Sosuke Natsukawa (O gato que amava livros), a franquia Garotas Rebeldes, Natalia Avila (Não direi que é amor), Flor M. Salvador (Boulevard), Luluca (Luluca em Paris), Bianca Briones (O amor é a magia mais forte), Renan Carvalho (Dez mil sóis), Matheus Peleteiro (Gael e a Terra dos Vivos), Vítor DiCastro (Deboche Astral e Inferno Astral), Joya Goffney (Desculpa se não fico linda quando choro), Fabi Santina (Você acredita mesmo em amor à primeira vista?) e muitos outros!
sexta-feira, 28 de agosto de 2026
FML Pepper leva romantasia para a Bienal do Livro de São Paulo 2026
Referência do subgênero que une romance e fantasia, autora lança "Deusa de Fúria", terceiro volume da trilogia "Deusas de Unyan".
FML Pepper é a escritora precursora da romantasia no Brasil. Com a saga “Não Pare!”, lançada há mais de 10 anos, ela superou 15 milhões de leituras e vendou mais de 150 mil exemplares. Referência no subgênero que combina romance e fantasia, a autora lança na 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo o “Deusa de Fúria”, último volume da trilogia “Deusas de Unyan”.
A sessão de autógrafos do livro “Deusa de Fúria” acontece no dia 05/09 (sábado), às 16h, no estande A80, da Editora Flyve. Em 06/09 (domingo), a escritora participa do “Encontrinho de apaixonados por Romantasia”, na Estante Virtual, às 10h e, na mesma data, 15h, integra o bate-papo “A riqueza da Romantasia produzida por escritoras brasileiras” no “Escreva, garota! – Areninha”.
Sobre a trilogia “Deusas de Unyan, FML Pepper revela que não foi por acaso que demorou cinco anos para ser concluída. “Toda a história foi exaustivamente trabalhada, cada detalhe, cada palavra ou verso meticulosamente pensado. Portanto, um leitor atento verá que existe um significado muito maior sob as entrelinhas, que não se trata de uma mera romantasia juvenil, mas de uma obra que veio para desafiar o maior de todos os obstáculos: o tempo”, expõe a autora.
Em “Deusa de Fúria”, FML Pepper narra que o destino do mundo estava traçado, mas o do coração da protagonista, não. A história do volume três tem como ponto de partida o fim de segundo livro e Nailah desperta em um mundo que se encontra nos instantes finais. Seria por causa do pacto que havia feito com a “voz da escuridão”? O milagre se tornara a maldição da humanidade?
No meio de uma batalha sangrenta para entender o significado da sua existência, Nailah luta desesperadamente para encontrar as respostas para as perguntas que a consumiam tanto quanto as trevas que devoravam Unyan: ela deveria atender ao fogo que ardia em seu coração ou aos clamores da sua alma? O que teria que abrir mão? O que poderia ter para si? Amor verdadeiro? Vingança? Redenção? Junto com a guerreira, os leitores vão encontrar a resposta nesta conclusão da trilogia “Deusas de Unyan,
FML Pepper circulará pela Bienal também nos dias 07, 10, 11 e 12 de setembro. “Deusa de Fúria” estará à venda no estande da editora.

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Sobre a autora: FML Pepper é a precursora e referência em Romantasia no Brasil segundo os jornais O Estado de São Paulo (Estadão) e Gazeta do Povo, e do modelo contrato híbrido de publicação. Única brasileira escolhida pela Amazon US dentre as doze personalidades femininas do mundo que fizeram diferença na literatura em 2015, com a saga Não Pare! ficou por anos entre os top 3 da categoria, com 15 milhões de leituras e 150 mil livros vendidos, TREZE (Galera Record) foi campeão de vendas nas bienais do Rio de Janeiro e São Paulo e publicado pelo selo TopSeller em Portugal. Deusa de Sangue (Editora da Planeta) obteve o 1º lugar em todas as categorias da obra na Amazon e entrou na lista de mais vendidos (5º lugar) da revista Veja. Redes sociais: Instagram e Facebook.
Serviço
Livro: Deusa de Fúria
Autora: FML Pepper
Editora: Flyve
Preço: R$ 70,00
quarta-feira, 26 de agosto de 2026
Livro que mescla boxe e romance desembarca na Bienal do Livro 2026
Escritora sorocabana Stefany Nunes participa do evento literário com o lançamento "Ringo".
Apaixonada por boxe, fã de Rocky Creed e fascinada por histórias de lutadores que vão além das vitórias nos ringues, a escritora sorocabana Stefany Nunes se motivou a escrever “Ringo”, publicado pela Editora Flyve. A obra tem lançamento na 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo e uma sessão de autógrafos marcada no dia 05/09 (sábado), às 15h, no estande da editora.
Ainda no dia 05/09, a escritora marca presença no “Encontrinho de apaixonadas por romance contemporâneo”, na Estante Virtual. Em 10/09 (quinta-feira,) no espaço “Escreva, Garota! – Areninha”, com o tema “O segredo de boas narrativas de romance”. Já no dia 12/09 (sábado), ela participa do bate-papo “Todo mundo merece um romance”, às 11h, no estande da Amazon.
No livro “Ringo”, depois de sofrer uma lesão grave e ser forçado a se aposentar no auge da carreira, Ringo Hunt vive no “piloto automático”. Após um assalto deixá-lo diante da morte mais uma vez, ele começa a repensar todas as escolhas que fez na vida. A determinação para enfrentar os próprios medos fazem ele conheça Jane Palmer, uma moça adorável, que sempre foi a fã número um dele.
Pelas páginas desta narrativa, a autora divide com os leitores como Jane mexe com Ringo de um jeito único, ainda mais quando ambos descobrem que compartilham dores e cicatrizes invisíveis. Juntos, e se permitindo sentir um amor que os torna mais fortes, eles enfrentarão desafios que colocarão à prova decisões, limites e o preço a pagar por cada escolha.
Segundo Stefafy Nunes, escrever “Ringo” a tirou da “zona de conforto”. “O livro envolve temas fortes, como alcoolismo, doenças crônicas, luto e violência. É uma história diferente das que eu costumo contar, mas muito especial. Ele foi escrito num momento em que eu estava muito imersa no boxe”, conta a autora.
A escritora também circula pela Bienal do Livro 2026 nos dias 04, 06, 07 e 10 setembro.

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Sobre a autora: Stefany Nunes é natural de Sorocaba (SP), nascida em 1992 e formada em Letras e Direito. Após se mudar para Londres, encontrou na cidade a inspiração para realizar o sonho de escrever. Hoje, dedica-se aos romances de época e contemporâneos. A autora também é publicada no Reino Unido, onde lançou Falling on a Duke pela editora The Book Guild. Redes sociais: Instagram e TikTok
Serviço
Livro: Ringo
Autora: Stefany Nunes
Editora: Flyve
Preço: R$ 70,00
terça-feira, 25 de agosto de 2026
Autora roraimense lança obra pela Rocco na Bienal do Livro SP
Com romance de fantasia sobre bruxas, alquímicos e dragões, Helena Lopes faz sessões de autógrafos e bate-papos nos dias 4, 5 e 6 de setembro
A escritora roraimense Helena Lopes participa da 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo com “Ignis Lacrimosa”, publicado pela Editora Rocco. O romance, que já alcançou o topo dos mais vendidos da Amazon quando foi lançado de forma independente, chega agora com edição revista e ampliada.
Na bienal, a autora tem sessões de autógrafos nos dias 04/09 (sexta), 15h; 05/09 (sábado), 17h e 06/09 (domingo), 11h no estande da Editora Rocco. Durante a feira, Helena Lopes também integra bate-papos nos dias 04/09, 11h, no estande da Amazon KDP, no mesmo dia, 19h, no "Escreva, Garota! – Areninha" e 06/09, 10h no estande da Estante Virtual.
Em “Ignis Lacrimosa”, a autora apresenta um mundo no qual o ódio entre bruxos e alquímicos envenenou rios e montanhas durante séculos. Isso muda quando necromantes surgem das profundezas trazendo uma maldição que afeta ambos os povos: por todo o continente, mulheres dão à luz monstros e o caos se instaura.
No enredo, desesperados por uma cura, os reis rivais fazem um acordo e os filhos deles devem se casar, unir os reinos, voltar os exércitos contra o adversário em comum e restabelecer a paz. É assim que Zália, a poderosa princesa bruxa, se vê prometida a Astero, o comandante alquímico conhecido como o assassino de bruxos. Ao longo da trama, enquanto a luta contra os necromantes se intensifica e antigos segredos vêm à tona, Zália terá que escolher entre entregar-se ao homem que deveria odiar ou queimar o mundo para vingar tudo o que perdeu.
Helena conta que a ideia para “Ignis Lacrimosa” surgiu dentro de um trem para Londres enquanto ela observava a paisagem e se pegou admirando as árvores no meio do inverno e pensando na dualidade de quem ela era e onde tinha ido parar. A autora revela ainda que a inspiração para os poderes da Zália veio de uma situação que ela vivenciou na infância. “Quando criança, eu não podia cortar meu cabelo. Algo que sempre quis fazer e fiz na primeira oportunidade. Durante longos anos da minha vida, vi essa proibição como uma forma de repressão. No livro, eu transformo os cabelos longos em poder e conexão. E é quando Zália tem cabelos curtos e está sem seu poder que ela precisa encontrar a si mesma a meio do que perdeu”, comenta.
“Ignis Lacrimosa” está em pré-venda pelo site da Editora Rocco e na Amazon. A obra poderá ser adquirida no estande da editora na Bienal do Livro de 2026.

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Sobre a autora: Helena Lopes é uma autora roraimense radicada na Inglaterra. Ela mora no campo e escreve quando tem tempo livre. Tem obras que alcançaram o topo da lista da Amazon e foram finalistas do prêmio Wattys. Atualmente, ela escreve romance e fantasia. Redes sociais: Instagram | TikTok | Facebook
Serviço
Livro: Ignis Lacrimosa
Autora: Helena Lopes
Editora: Rocco
Páginas: 384
Preço: R$ 89,90
Disponível em: Amazon










