Em cartaz até 4 de outubro de 2026, a exposição “Caatinga: bioma do Brasil” destaca a riqueza biológica e cultural do único bioma exclusivamente brasileiro e conta, agora, com novo espaço interativo
"A nova mostra expressa parte do trabalho e do compromisso educativo do Museu Biológico e do Centro de Desenvolvimento Cultural do Instituto Butantan em integrar o público na construção coletiva da experiência museal, trazendo a expressividade do visitante como protagonista da exposição", explica Adriana Chagas, Supervisora Cultural do Museu Biológico.
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A exposição fica em cartaz até 4 de outubro de 2026, nas dependências do museu, localizado no Parque da Ciência Butantan. Nela, os visitantes poderão conhecer mais sobre a Caatinga, um dos biomas mais ameaçados do Brasil, e explorar sua complexidade, diversidade de espécies e manifestações culturais. A exposição traz ao público a possibilidade de compreender a importância da conservação deste bioma frente ao cenário dos impactos causados pela ação humana, além de evidenciar o papel de pesquisadores, universidades e instituições na proteção da biodiversidade brasileira.
A exposição geral reúne ainda espécimes taxidermizados, ilustrações, fotografias e vídeos sobre os animais, plantas e a riqueza cultural da Caatinga. O público também poderá conferir imagens da região e materiais dos Museus de Arqueologia e Etnologia e de Zoologia, ambos da Universidade de São Paulo (USP), além de painéis interativos e recintos com animais vivos emblemáticos do bioma. Já a nova mostra expõe isogravuras (artes de releitura das xilogravuras) feitas pelos visitantes na oficina "Carimbos da Caatinga" e registros dos processos das oficinas sobre a temática da Caatinga que decorreram desde o lançamento da exposição, em 1º de abril até o momento.
“Na sala, além da exposição das obras produzidas pelo público, também há um mapa do Brasil destacando os biomas brasileiros. Nele, os visitantes podem interagir e colar adesivos indicando o local em que moram, o que permite reconhecer o bioma em que vivem. É uma forma de manter a exposição viva e um lembrete de que também somos parte dos biomas” conta Lua Bissoli, líder educacional do Museu Biológico do Instituto Butantan.
A exposição é uma parceria entre o Museu Biológico do Instituto Butantan, o Guedes Lab, da Universidade Estadual Paulista (Unesp/Rio Claro), e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), responsável pelo Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Nordeste (PAN Herpetofauna do Nordeste). Além do Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE), do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (MZUSP), e do Instituto Ekos Brasil.

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