segunda-feira, 25 de maio de 2015

Evento - Serra Comics 2015 - Teresópolis - RJ


Acontece de 25 a 27 de Agosto em Teresópolis no Rio de janeiro, mais uma edição do "Serra Comics". Realizada por RodrigoDraw. Maiores informações: http://www.animaserra.com.br/rodrigodraw/

Fanzine - QI - Quadrinhos Independentes Nº 132 - Edgard Guimarães

A 132ª. edição do fanzine QI (22 cm x 16,5 cm, 28 páginas em off-set), editado pelo mineiro de Brasópolis, Edgard Guimarães, começa com força total, apresentando um artigo sobre o personagem dos Quadrinhos, o Judoka (escrito pelo próprio editor), que é o melhor que eu já li a respeito deste herói brasileiro das HQs – e olhem que eu já li ‘uns par deles’, como a gente costuma falar aqui em Jaú (creio que em Brasópolis se fala assim, também). Uma relação completa de todos os artistas que passaram pela longeva coleção publicada pela Ebal de Adolfo Aizen na primeira metade dos anos 70 do século passado – e não só isso, mas também sobre o filme feito sobre o personagem (uma raridade que não se encontra em lugar nenhum, e olhem que sou um cinéfilo garimpeiro com mais de 600 filmes em minha coleção). Ed não se esquece nem mesmo do Judomaster, o personagem norte-americano da Charlton Comics que precedeu o Judoka na coleção da Ebal, que tem no artigo uma cronologia completa – e bem humorada, tantos foram os ‘furos’ da Ebal com o personagem da Charlton. Outro destaque é a coluna ‘Mantendo Contato’, apresentando a primeira parte de uma entrevista com Maurício de Souza feita por Worney Almeida de Souza em 2009. Permitam os amigos alguns pitacos de minha parte: convivi com um ex-colega de Maurício de Souza, o roteirista e ilustrador Gedeone Malagola, nos últimos anos de sua vida, quando penava contra problemas físicos consequência de um acidente doméstico, e que o deixaram recluso na cama. Na referida entrevista, Maurício diz que, no início dos anos 60, quando já publicava em jornais, apresentou uma história de terror ao diretor de arte da Editora Continental, Jayme Cortez. Segundo de Souza, o grande capista teria lhe dito para esquecer aquela ‘merda’ e trazer seus personagens infanto-juvenis. Gedeone Malagola me confessou, numa das inúmeras conversas que tivemos, que Maurício de Souza recorreu a ele e a Waldyr Igayara, profícuos desenhistas, para que pudessem lhe ajudar a produzir gibis com Bidu e Franjinha, de modo que Gedeone e Igayara produziram, eles mesmos, as HQs para aquelas publicações. O próprio Gedeone me presenteou com algumas revistas Zaz-Traz e Bidu lançadas pela Continental (inclusive uma que tem a capa reproduzida nas páginas do QI), onde pode-se constatar facilmente quem foi que desenhou aquelas histórias. Ei, mas que fique bem claro, isso não desmerece de forma alguma a vitoriosa trajetória de Maurício de Souza no campo dos Quadrinhos e do entretenimento. Se Maurício de Souza foi ou não ingrato com aqueles que lhe ajudaram anteriormente, cabe a Deus o julgamento. De qualquer forma, Gedeone não demonstrava ressentimento contra Maurício de Souza – tenho uma carta deste a Gedeone, datada de julho de 1980, que parece ser muito simpática.

E como não poderiam faltar em qualquer número do QI, temos o Fórum de Leitores, a relação dos mais recentes lançamentos de publicações independentes, além da participação dos colaboradores Chagas Lima, Luís Cláudio Lopes Faria, Paulo Miguel dos Anjos, Rafael Grasel, César Silva – até eu apareço por lá, exercendo meu rancor político. Mas a melhor colaboração veio do meu querido amigo Antônio Armando Amaro, que enviou ao Edgard uma página antológica de O Tico-Tico onde são homenageados dois dos mais geniais artistas daquela publicação, Max Yantok e Luiz Sá. E ainda temos o Poeta Vital de ‘saideira’, refletindo sobre a vagabundagem criativa. Como sempre, o QI é uma publicação indispensável. Contatos com o Ed Guimarães em edgard@ita.br. Fonte: JúpiterII.  (JoséSalles)- EMT Divulgação

Lançamento Impresso - Processos criativos de Quadrinhos Poético-filosóficos - Edgar Franco


Processos criativos de Quadrinhos Poético-filosóficos:  a revista Artlectos e Pós-humanos.

Fazer a biografia de Edgar Franco não é nada fácil. Artista múltiplo, pesquisador, professor-doutor, ao se abordar a vida e o trabalho criativo de Edgar corre-se o risco inevitável da parcialidade ou da fragmentação, dada a imensidão de sua obra. Esse desafio, contudo, deve ser ensaiado, abordando partes essenciais do percurso do autor, como o fizeram Elydio dos Santos Neto em seu pós-doutorado, que resultou no livro “Os quadrinhos poético-filosóficos de Edgar Franco”, lançado em 2012 pela Marca de Fantasia.
Pela mesma editora, temos também “Edgar Franco e suas criaturas no Banquete de Platão”, ensaio instigante da professora Nadja Carvalho, que investiga o potencial erótico nos quadrinhos e na cosmogonia do autor. Evidentemente são recortes interessantes sobre o universo criativo de Edgar Franco, mas que sempre necessitarão de complementação, sobretudo porque sua obra, bem como seu ser, configuram-se em processo permanente de transmutação.
Esse processo teria forte inflexão no final de 2011, quando ao completar 40 anos Edgar assumiu a identidade – ou melhor, a personificação evolutiva – de ciberpajé, confluindo as perspectivas do mundo tecnológico com as raízes e a ancestralidade dos rituais xamânicos, que passaram a ocupar cada vez mais espaço em sua vida e arte. Esse processo excepcional de transformação e elaboração artística é o que se encontra analisado neste livro, escrito pelo próprio Edgar em parceria com Danielle Barros, aliás, IV Sacerdotisa da Aurora Pós-humana.
Danielle, além de admiradora de Edgar, estudou sua obra em profundidade. Envolveu-se apaixonadamente no universo fantástico do autor, donde se percebe no livro o olhar reverente, mas não translúcido sobre seus processos evolutivos. Como IV Sacerdotisa, incorporou-se ao projeto mítico-tecnológico de Edgar, participando como parceira de fanzines, quadrinhos e performances lúdico-teatrais.
O testemunho de Edgar, acompanhado pela investigação arguta de Danielle, é um presente aos apreciadores da obra desse excêntrico autor, que tem levado a arte para além das formatações comerciais, transformando-a num processo de vida. Evidentemente, não é tudo o que se tem a apreender de Edgar – Danielle já indica a prospecção de outros enfoques sobre sua obra –, mas é um documento importante para quem quer conhecer os meandros criativos do artista. Henrique Magalhães. Informações e vendas: AQUI. EMT - Divulgação 

Catarse - Artbook do Gralha


O Gralha é um herói curitibano, cujo alter ego é o jovem estudante Gustavo Gomes. Inspirado no Capitão Gralha, personagem desconhecido dos anos 1940, o Gralha é um herói que defende a capital paranaense, em um futuro não muito distante, de vilões como o Doutor Botânico, o Craniano e o Pivete Cibernético, entre outros. O novo combatente do crime surgiu em outubro de 1997, na edição especial da revista Metal Pesado em comemoração aos 15 anos da Gibiteca de Curitiba, pelas mãos de Alessandro Dutra, Gian Danton, José Aguiar, Antonio Eder, Luciano Lagares, Tako X,Edson Kohatsu, Augusto Freitas e Nilson Müller.
E agora, comemorando os 18 anos do lançamento, os criadores do personagem decidiram lançar um Artbook inteiramente dedicado ao personagem com a ajuda do Catarse. O livro Gralha - Artbook contará a história da criação do herói, curiosidades, além de traser pin-ups e histórias inéditas de nomes como Daniel Brandão, Bira Dantas, Laudo,Orlandeli, Ricardo Manhães, Paulo Kielwagen, Pablo Mayer, Joe Benett e João Pinheiro.
O orçamento do projeto é de R$ 20.000,00. Nenhum dinheiro será doado a menos que o projeto seja financiado. entre os prêmios oferecidos estão desde o livro em PDF ou impresso, pôsteres, marcadores de página, baralhos, camisetas, canecas, o álbum anterior do personagem, outras publicações da Quadrinhópole, e até artes originais e uma action figure exclusiva. Mais detalhes podem ser vistos na página do projeto. Fonte: HQM.  EMT - Divulgação

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Lançamento - Revista em Quadrinhos da “Turma do Gabi 03 - Editora EMT e Projeto Chroma lançam


Uma parceria do cartunista Moacir Torres (EMT) com o “Projeto Chroma” liderado por Thiago Silva acaba de lançar a edição de número três da “Revista em Quadrinhos da Turma do Gabi”. 
São 32 páginas recheadas de aventuras legais com a turminha que este ano completa 40 anos de criação.
A revista está à venda na loja virtual da turma: www.elo7.com.br/lojinhadaturmadogabi e no site do “Projeto Chroma”: www.projetochroma.net.br.

SERVIÇO:
Revista em Quadrinhos Turma do Gabi 03
Editora EMT/Projeto Chroma
32 Páginas – Capa em cores e páginas em PB
Preço: R$ 8,00 (Frete incluso)

Digital - Coletânea Gratuita - A Mao Livre - Cia das Letras


O selo Quadrinhos na Cia, braço dedicado às HQs da editora Companhia das Letras, disponibilizou para download a revista A Mão Livre - Humor Depois da Charlie Hebdo.
A obra reúne uma série de quadrinhos escritos por nomes como Allan Sieber, Laerte, João Montanaro, Gustavo Duarte, Julia Bax, Spacca, Angeli e Adão Iturrusgarai, entre outros, inspirados pelo brutal atentado ao jornal francês Charlie Hebdo, que tanta comoção causou na mídia.
A publicação pode ser adquirida gratuitamente clicando-se aqui. Fonte: HQM

Salão de Humor participa da 15ª Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto - SP


O Salão Internacional de Humor de Piracicaba estará presente na 15ª Feira Nacional do Livro de Ribeirão preto com a exposição “Humor nos tempos de Chumbo”, parceria com a Folha de SP.
As charges selecionadas pela Folha foram originalmente apresentadas no 41° Salão Internacional de Humor de Piracicaba e sintetizam as transformações políticas do país durante a ditadura militar (1964-1985). As dificuldades enfrentadas pelo general Castello Branco para conter os oficiais da linha-dura em 1964, o fim das eleições diretas para presidente em 1965, e o endurecimento da Lei de Imprensa em 1967 já prenunciavam o silêncio imposto aos jornais a partir de 1968. É só com a abertura política, iniciada no governo de Ernesto Geisel (1974-1979), que uma nova geração de chargistas (Angeli, Gê e outros) ganha espaço no jornal. São eles que registram as contradições do regime e as sucessivas tentativas para impedir o restabelecimento da democracia. A organização é da Prefeitura de Piracicaba, Secretaria da Ação Cultural, CEDHU Piracicaba e Salão Internacional de Humor de Piracicaba. A Folha de S. Paulo é parceira do projeto. A exposição se encerra com a campanha da oposição por eleições diretas, com a eleição e morte de Tancredo Neves e a convocação da Assembleia Constituinte. Visitação das 8h às 18h.

Para saber mais sobre a feira, acesse o site oficial:http://www.feiradolivrorp.com.br/
Para ter acesso à Revista Virtual com toda a programação, acesse:http://issuu.com/fundacaofeira…/…/15_feira_revista_corrigida. EMT Divulgação

Evento - Banda Villa Lobos - CIAEI - Indaiatuba - SP


A Banda Villa Lobos vai apresentar no próximo domingo, dia 24 de maio, às 10h da manhã, no Ciaei. O concerto faz parte da programação da Virada Cultural e oferecerá ao público uma surpresa cativante, pois vamos fazer uma espécie de fragmentos do discurso musical da banda sinfônica: vamos desconstruir e reconstruir a Villa Lobos neste “A Banda In Progress”. A entrada á gratuita. Eu, diretor artístico, os maestros Samuel e Tiago, o guitarrista convidado Roberto Tempesta e todos os 45 músicos da Corporação Musical Villa Lobos ficaremos muito felizes com a sua presença. EMT Divulgação

Lançamento - O Berro da Ovelha Negra - Osvaldo DaCosta


O cartunista, ilustrador e professor Osvaldo DaCosta lança neste domingo (24), a partir das 15 horas, o livro O Berro da Ovelha Negra (Ateliê de Palavras). O lançamento acontece na Pinacoteca Benedito Calixto (Av. Bartolomeu de Gusmão, 15), em Santos.
Embora tenha vencido salões de humor dentro e fora do país, DaCosta publica um livro pela primeira vez. A obra é fruto da dissertação de Mestrado em Comunicação pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul e conta a trajetória do jornal Ovelha Negra, publicado em São Paulo na metade da década de 70. O livro é o resultado de cinco anos de pesquisas sobre o assunto.
O Ovelha Negra foi uma publicação de resistência à ditadura militar e que privilegiava o trabalho de cartunistas e ilustradores. Ícone da imprensa nanica e alvo da censura, o jornal deixou de existir após oito edições.
O Ovelha abordava diversas temáticas, como economia, política e crítica social. O jornal publicou cartunistas como Paulo Caruso, Nani, Reinaldo (Casseta & Planeta), entre outros nomes. A primeira edição saiu com cem cartuns.
Segundo DaCosta, o Ovelha Negra seguiu na esteira do Pasquim, editado no Rio de Janeiro. Mas, diferentemente dele, o Ovelha Negra focava o desenho de humor, o que foi considerado uma inovação para o período.
Após o lançamento em Santos, DaCosta levará o livro ao Salão de Humor de Piracicaba, no final do mês, e ao Porto Cartoon, em Portugal, em junho.
Veja o vídeo da Boqnews TV feito na época da campanha de financiamento coletivo do livro:
O autor 
DaCosta tem mais de 30 anos de carreira. Atuou em agências de publicidade em São Paulo, além de passar pelos principais jornais da Capital, como Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e Jornal da Tarde. Publicou também em revistas da Editora Abril. Ziraldo escreveu, no extinto Pasquim 21, que DaCosta era “o último desenhista de humor” do Brasil.
Radicado em Santos há mais de uma década, DaCosta venceu duas vezes o Salão de Humor de Piracicaba. Ele foi premiado também por duas vezes no Porto Cartoon, em Portugal, além de salões na Espanha e no Irã.
Atualmente, DaCosta dá aulas na Universidade Santa Cecília (UNISANTA) e na Escola Oficina, ambas em Santos. Ele é um dos organizadores do Sketchcrawl Santos, maratona bimestral de desenhos que acontece na cidade desde 2009.
Com informações do site A Tribuna. Fonte: ZineBrasil. EMT Divulgação

Evento - BH ganha sua feira de artes visuais - MG


Arte BH será realizada de 23 a 26 de maio, no Minascentro. Previsão é de que 30 galerias participem da iniciativa
Minas terá sua feira especializada em artes visuais. A Arte BH está marcada para 23 a 26 de maio, no Minascentro. “Vamos reunir o melhor da produção brasileira”, afirma Nilso Farias, da Stand Marketing Cultural, responsável pelo evento. Prevê-se a participação de 30 galerias, nove delas da capital: Celma Albuquerque, Minas Contemporânea, Ângela Martins, Manoel Macedo, Murilo de Castro, Lemos de Sá, Dotart, Quadrum e Orlando Lemos.
Marco Túlio Resende diz que feiras de arte formam público, mas não o educam
“BH precisa entrar no circuito brasileiro de grandes eventos dedicados às artes visuais, concentrados no Rio de Janeiro e São Paulo”, argumenta Nilso Farias. A feira deve custar “até R$ 5 milhões”, diz ele, planejando atrair cinco mil visitantes por dia para apreciar obras de arte moderna e contemporânea. “Se chegar perto disso, já estou feliz”, avisa.
A estratégia é dobrar o número de participantes em 2016, e, no ano seguinte, contar com galeristas internacionais. Nilso dedicou 50 de seus 72 anos à promoção de eventos nas áreas de artesanato, moda, informática e alimentação.
De acordo com ele, um fator favorável à Arte BH é a expansão do mercado imobiliário de alto padrão formado por um público com alto poder aquisitivo, mas ainda distante das galerias. “A feira vai criar público para elas”, aposta Nilso, lembrando que Inhotim atraiu colecionadores do Brasil e do exterior para BH.SUPERMERCADO “Feiras de arte não são algo que adoro, mas esse é um caminho sem volta em todo o mundo. Então, que Belo Horizonte faça a dela”, afirma o artista plástico Marco Túlio Resende. De um lado, explica, eventos do gênero deixam a sensação de supermercado, que oferece de tudo para todos os gostos. “A ênfase está mais no aspecto quantitativo que no qualitativo”, observa. Por outro lado, Resende admite: feiras popularizam obras, embora não eduquem para a arte. “Como os excessos serão filtrados com o tempo, é melhor termos uma feira em BH”, conclui.
Para o colecionador mineiro Delcir Costa, a Arte BH pode ter impacto no setor de aquisição. “Sem a vender obras, não há como o artista continuar o seu trabalho. Feira mexe muito com o desejo de compra”, diz. Ângela Martins, da AM Galeria, espera que se amplie o circuito da capital, ajudando a formar público. “Será a oportunidade de reunir uma diversidade enorme de artistas em local fantástico, com boa estrutura. É vendo que se aprende sobre arte”, garante. Com informações do site Divirta-se. Fonte: ZineBrasil. EMT Divulgação

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Evento - 1º Zine Die Barueri - SP


A mostra do Zine Die se propõe a abrir espaço para produção alternativa e independente bem como criar um diálogo entre os expositores e o público que muitas vezes desconhece estas publicações. A mostra abriga impressões em diversos materiais como fotografias, painéis, serigrafia, gravuras, pinturas, ilustrações entre outros.
Evento no Facebook e mais informações: https://www.facebook.com/events/1113723078654558/
EMT - Divulgação

Evento - Ilustradoria - Encontro Ilustrado - 2 Anos


Não se esqueçam! Dia 28, a partir das 18 horas rola o Ilustradoria de aniversário de 2 anos, com a participação especial do grande Sidney Gusman!

Evento - Mostra Grampo de Fanzines e Publicações Independentes - RJ


Evento que será realizado na cidade do RJ de 9 à 11 de outubro aceita material para compor exposição até o até dia 01 de setembro de 2015
A 1ª edição da Mostra Grampo de Fanzines e Publicações Independentes tem como objetivo divulgar e consolidar o valor histórico cultural desta forma de publicação independente, mais conhecida como fanzine ou zine e expor ao mundo o que se tem produzido nacionalmente nestes últimos anos em matéria de Fanzines.
Através desta mostra que será realizada em praça pública na capital carioca (Rio de Janeiro) os organizadores pretendem apresentar ao grande público passante esta forma de expressão que em tempos modernos, dialoga com o bom e velho “discurso em praça pública”. “O Fanzine é um “modus vivendi” dentro das cidades, e sendo assim nada mais justo que fazermos esta espécie de homenagem aos seus editores que tanto colaboram para sua solidificação justamente na rua.”, diz o texto de apresentação do evento.
Outro objetivo do evento é mostrar que mesmo com a popularização da internet como meio de divulgar e expandir ideias e artes, o fanzine, seja ele impresso ou digital, se matem forte e ativo em vários setores sociais, destacando-se o setor artístico e o político. Promover o debate acerca da inclusão dos Fanzines em cursos e oficinas escolares, criando assim hábitos saudáveis de leitura e a disseminação dos meios de produção desta inesgotável fonte de informação.
A mostra se realizará na semana onde se comemoram os 50 anos de lançamento do primeiro Fanzine nacional (o Fanzine Ficção) que se tem notícia. O evento em si colabora para a caminhada de oficialização da data como “Dia Nacional do Fanzine”, iniciativa colocada em pauta por um grupo de editores de Fanzines e admiradores em geral.
A 1ª Mostra Grampo acontecerá entre os dias 9 e 11 de outubro, na cidade do Rio de Janeiro, e os organizadores estão aceitando material para compor a exposição. Vale zine ou fanzines (quantos o artista quiser enviar), filme e/ou curta, ou ainda um documentário também serão aceitos. Nesse caso é necessário mandar o link do canal (YouTube) ou o arquivo em e-mail ou se preferir a mídia via correio.
O prazo limite para envio de material (fanzines, documentários, releases, jornais, informativos,…) vai até o dia 01 de setembro de 2015. O endereço para envio do material é Caixa Postal 15210 (agência Marrecas) – Rio de Janeiro / RJ – Brasil – CEP: 20031-971. Contatos pelo e-mail: outrasdimensoes@gmail.com. Fonte: ImpulsoHQ. EMT Divulgação

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Participação do cartunista e escritor Moacir Torres no Programa Resenha - TV Sol


1º Bloco


2º Bloco

Comix Trip - Aplicativo brasileiro para leitura de quadrinhos já está disponível para dispositivos da Apple


Com o Comix Trip, fãs de HQs ganham opção de leitura de gibis e graphic novels, exclusivamente nacionais, em tablets e smartphones.
Já está disponível para download na AppStore, o primeiro aplicativo brasileiro dedicado exclusivamente aos quadrinhos nacionais, o Comix Trip. O app, que pode ser baixado para iPads e iPhones, apresenta dezenas de HQs produzidas por quadrinhistas brasileiros e publicadas de forma independente ou por editoras nacionais. É o maior acervo de quadrinhos brasileiros já reunidos numa plataforma digital, fazendo deste app, a maior novidade recente no mercado nacional de HQs.
Lançado no primeiro semestre de 2015, o Comix Trip é voltado não somente para o colecionador entusiasta de quadrinhos, mas também, para o leitor eventual de autores específicos, como André Diniz, Flávio Luiz e Bianca Pinheiro, além de interessados no que há de mais recente no mercado de HQs brasileiro. As obras disponibilizadas são enviadas por autores ou editoras e então avaliadas pelo Conselho Editorial do app – o que evidencia a preocupação da ferramenta com a qualidade do material oferecido. O app é gratuito e o leitor compra a HQ selecionada por valores, na maioria, entre US$ 0,99 e 5,99 (algo em torno de R$ 3 a R$ 15).
De uso rápido e intuitivo, e com menus inteiramente em português, Comix Trip é uma produção de Alexandre Montandon, sócio da Qualidade em Quadrinhos Editora, que atua há mais de 20 anos no mercado corporativo, e Ricardo Isidoro, proprietário da Business Intelligence, empresa que atua na área de inteligência de mercado. A ideia nasceu a partir de uma experiência com um aplicativo feito para a parceria SEBRAE e ABNT, com oito gibis sobre normas técnicas. O sucesso da empreitada inspirou os empresários na iniciativa de criar o primeiro app brasileiro de venda de quadrinhos nacionais. Os recursos dos tablets e dos smartphones permitem uma leitura vantajosa das HQs, já que o leitor pode aproximar as imagens e analisar detalhes da arte ou controlar a iluminação das telas dos portáteis.
Apps semelhantes em outros países serviram de inspiração
No exterior, o consumo digital de quadrinhos já é uma realidade e corresponde a uma fatia considerável do mercado, mas no Brasil é algo ainda pouco explorado. O Comix Trip busca preencher esta lacuna e ser uma opção prática para o autor nacional divulgar o seu trabalho e, principalmente, formar um público leitor para sua obra. O app aposta na popularização da leitura de HQs em dispositivos digitais, dada a mobilidade de tablets e smartphones, a praticidade  no armazenamento de coleções de gibis, e da sociabilidade, através dos recursos de redes sociais e compartilhamento de informações disponibilizados pelo aplicativo. Além da economia ao bolso do leitor de quadrinhos, conhecido por ser um grande consumidor de publicações do gênero, já que o Comix Trip implica em ausência de custos gráficos e de distribuição, resultando em edições de 30% a 70% mais baratas que o impresso.
Para baixar o app na AppStore, é preciso procurar por “comixtrip”. Nas próximas semanas, Comix Trip estará disponível também para Android.
Saiba mais!
Aplicativo Comix Trip
Download:AppStore, https://itunes.apple.com/us/app/comixtrip/id939427992?ls=1&mt=8
Dispositivos: iPhone e iPad.
Custo: app gratuito; HQs entre US$ 0,99 e US$5,99.
Idioma: português.
Autores publicados: mais de 100 autores nacionais, entre eles quadrinistas premiados como Carlos Ruas, André Diniz, Amorim, Flavio Luiz, Gilmar, Will, Mario Cau, Daniel Esteves, Paulo Kielwagen, Ernani Cousandier, Rico, Bira Dantas, Felipe Cagno e Ricardo Manhaes.

Lançamento - Revista Mundo dos Super-Heróis 67 - Editora Europa


A revista Mundo dos Super-Heróis # 67 (formato magazine, 64 páginas, R$ 12,50) traz os bastidores do seriado do Demolidor e o que esperar da segunda temporada. Além disso, tem uma seleção com 16 referências ao universo do personagem que aparecem no programa da Netflix.
O leitor confere vários destaques, como a saga Secret Wars, que pretende recriar o Universo Marvel e todos os 41 territórios que aparecerão nos quadrinhos.
O novo filme dos Vingadores – os méritos e os sérios problemas do filme que divide opiniões, inclusive da equipe da revista.
E mais: como a Salvat sacudiu o mercado com suas luxuosas graphic novels; dez curiosidades sobre a Mulher-Gato; o quadrinhista Olivier Coipel francês conta como reformulou Thor e modernizou muitas das HQs da Marvel; um pôster com a linha do tempo do Homem de Ferro; as várias dificuldades que o diminuto herói Eléktron da DC já enfrentou em sua vida particular.
O pesquisador Roberto Guedes comenta sobre o relacionamento de Stan Lee com os leitores nas seções de cartas dos seus gibis e o quadrinhista Daniel HDR fala de sua visita ao antigo prédio da DC e da emoção de manusear uma Action Comics # 1 original.
Action-figures, notícias, novidades e resenhas completam a edição, publicada pela Editora Europa. Fonte: UniversoHQ. EMT Divulgação

Lançamento - Habitantes do Cosmos - Francélia Pereira - Editora Buriti


Artemísia é o segundo volume da séria Habitantes do Cosmos, da autora Francélia Pereira. Na série é apresentado um contexto em que, no futuro próximo, o planeta Terra entrará em um processo de transformações responsáveis por catástrofes naturais que, em alguns séculos, farão do planeta um lugar impróprio para o desenvolvimento da vida humana. Isso leva a humanidade a migrar para outros pontos do Sistema Solar, começando por Marte.
Em Artemísia o foco da história não é o contexto, mas sim o drama da protagonista. Nascida em uma sociedade patriarcal, em Vênus, Artemísia passa sua infância vendo as mulheres sendo tratadas com desprezo e discriminação. Aos dez anos, um evento aparentemente inocente desencadeia uma grande transformação na vida da menina, e ela é sequestrada e obrigada a encontrar forças para sobreviver em um mundo totalmente diferente daquele que ela conhecia.
Artemísia se transforma em uma guerreira mercenária destemida, sem laços e sem o menor respeito pela vida humana. Já adulta, em uma das batalhas, uma cena totalmente fora de contexto a desvia do caminho egoísta que seguia, e a guerreira tenta encontrar uma nova forma de sobreviver. Mas seu destino era a espada e, de volta às batalhas, ela tenta curar as suas feridas enquanto busca uma razão para existir.
Através de muita ação, de aventuras e encontros com divindades de mitologias diversas, incluindo a mitologia tupi-guarani, Artemísia representa não somente a luta da mulher para ser reconhecida, respeitada e amada como um ser humano, mas também a luta de todos que não se enquadram no padrão de humano ideal, proposto pelas sociedades ao longo dos tempos.
A obra com 180 páginas, e acabamento em brochura, conta com página no Facebook e blog, esta à venda no site da Editora Buriti por 29,90.    
Sobre o Press Release. Fonte: ZineBrasil. EMT Divulgação

HQ sobre guarda compartilhada de Sam Hart


Publicada em 2014, a nova lei da guarda compartilhada de filhos de pais divorciados ainda não é muito conhecida do público.
E para explicar isso de uma maneira simples para os pais e para as crianças, o quadrinhista americano radicado no Brasil Sam Hart, o roteirista Alexandre Montandon e o colorista Tarsis Croz escreveram a HQ Guarda Compartilhada, que mostra uma situação realista do tema e explica com clareza quais são as diferenças da nova lei e da lei antiga de guarda unilateral.
A HQ pode ser vista online clicando-se aqui. Fonte: HQM. EMT - Divulgação

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Lançamento - Mais dois títulos de HQ nacionais pela Veneta


O mês de maio está sendo bastante movimentado na Veneta. Depois de colocar nas  livrarias HQs “Caravaggio“, de Milo Manara e “Quem tá chorando?” do casal Allan Sieber e Claudia Jouvin, a editora tem programado ainda para este mês duas HQs  nacionais: “Cidadão N, o novo super-herói brasileiro” e “Jockey.
“Cidadão N, o novo super - herói brasileiro” (R$ 39,90) é uma fábula em formato de quadrinhos que junta magia, humor e aventura. Cidadão N, trabalho de estreia de Danyael Lopes traz a história de um super-herói que tem a missão de libertar ideias que foram descartadas.
Cheio de referências, o livro faz homenagens a vários ícones da cultura pop, como Betty Boop, Jack Kirby (criador do Capitão América), Terry Pratchett, Moebius, o Pequeno Príncipe e até Alan Moore (criador de Do Inferno e Watchmen) vira personagem nessa aventura.
Já “Jockey” (R$ 49,90) é a HQ de estreia de Rafael Calça e André Aguiar, que traz um enredo de fantasia, ação e suspense ambientado nas corridas de cavalo na São Paulo do início do século 20. Jockey é a história da vingança de um homem que venceu uma aposta e perdeu tudo o que tinha. Uma aventura com contornos oníricos e traços surpreendentes. Fonte:  ImpulsoHQ. EMT - Divulgação

Catarse - Revista Sanitário - Coletivo WC

Com números lançados em 2012 e 2013, a revista Sanitário marcou a trajetória do extinto grupo paraibano de quadrinhos Coletivo WC. Com os temas “O mundo ainda não acabou” e “Grandes monstros da humanidade”, os quinze quadrinhistas que participaram da revista em suas duas primeiras edições deram suas próprias interpretações das temáticas, que apesar de ser um fio condutor entre as histórias, foram tratadas de maneiras distintas pelos autores. Desta vez o subtítulo da revista foi emprestado de uma frase da música “A lenda”, do grupo de rap “Quinto Andar”.
Em 2015 os ex-integrantes do grupo pretendem fechar a trilogia em grande estilo. Na medida em que foram adquirindo experiência no ofício de produzir suas publicações independentes, a revista foi ganhando corpo e se aperfeiçoando, de modo que para esta última edição inovaram em dois aspectos: fazer uma publicação colorida e abrir espaço na revista para os demais quadrinhistas do estado da Paraíba.
Mantendo o mesmo formato das edições anteriores, esta conta com 92 páginas, divididas entre histórias coloridas e em preto e branco.  Nos dois primeiros números as capas da revista foram confeccionadas pelo Igor Tadeu, ex-integrante do grupo, com quadrinhos nas três edições da publicação; contudo, nesta última, a capa conta com a pintura de John Monteiro, ilustrador, quadrinhista e tatuador paraibano. Mas o nome mais conhecido dentre os participantes é sem dúvida o de Shiko, cujo trabalho já inspira os artistas do estado há vários anos e que recentemente ganhou o merecido destaque nacional. Os demais ex-integrantes do Coletivo WC presentes com seus trabalhos são João Neiva Peregrino, Jorge Elô, Lauro Perazzo, Samuel Degois,  Thais GualbertoThiago CA Leal e Will Simões. E há ainda mais oito histórias selecionadas pelo edital lançado em 2013.
Entre os nomes mais e menos conhecidos desta edição há não só uma ampla diversidade artística e narrativa, mas uma diversidade de gêneros que vão desde o folclore nacional a uma entrevista com uma samurai moderna, passando pelo maluco beleza Raul Seixas. Sobre as edições anteriores da revista, Braulio Tavares disse que “entre a rapaziada do Sanitário há quem domine a técnica ‘oficial’, há quem esteja inventando uma técnica própria, e há quem esteja na encruzilhada entre as duas coisas. É a foto da nuvem, de um momento que não se repetirá, porque cada um irá numa direção diferente”.
Para conhecer e contribuir com o projeto, visite www.catarse.me/sanitario3. A campanha tem como meta o valor de 12.000 (doze mil reais) e ficará no ar até o dia 07 de julho.
Sobre o Press Release. EMT - Divulgação