sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

Secretaria Especial da Cultura lança Prêmio Nacional das Artes


Iniciativa inédita no país visa promover o renascimento das artes e irá destinar mais de R$ 20 milhões para projetos de ópera, teatro, pintura, escultura, literatura, música e histórias em quadrinhos das cinco regiões brasileiras

A Secretaria Especial da Cultura lançou, nesta quinta-feira (16), o Prêmio Nacional das Artes, iniciativa que irá destinar mais de R$ 20 milhões para fomentar a produção artística nas cinco regiões brasileiras. Em suas sete categorias, o Prêmio irá selecionar 5 óperas, 25 espetáculos teatrais, 25 exposições individuais de pintura e 25 de escultura, 25 contos inéditos, 25 CDs musicais originais e 15 propostas de histórias em quadrinhos.

Segundo o secretário especial da Cultura, Roberto Alvim, o Prêmio tem como objetivo  promover o renascimento das artes e da cultura no Brasil. “O Prêmio Nacional das Artes irá gerar milhares de empregos, assim como uma ampla capacitação profissional, formação de público, configurando um panorama das maiores realizações artísticas oriundas das cinco regiões do Brasil. Trata-se de um marco histórico para as artes brasileiras, de relevância imensurável, e sua implementação e perpetuação ao longo dos próximos anos irá redefinir a qualidade da produção cultural em nosso país”, afirmou Alvim.

O secretário acrescentou que, com o Prêmio, o Governo Federal busca estimular a criação de uma nova Arte nacional. “Uma arte capaz de encarnar simbolicamente os anseios desta imensa maioria da população brasileira”, disse.

Para celebrar a premiação, em setembro de 2020, a Secretaria irá organizar um grande evento na capital federal, o Mês do Renascimento da Arte Brasileira. Na ocasião, haverá a estreia das 5 óperas premiadas e de 5 espetáculos teatrais selecionados, bem como das 25 exposições de pintura e das 25 de escultura. Também serão lançados um livro com os 25 contos vencedores e os 25 CDs de compositores, com apresentações ao vivo de cinco concertos. Serão distribuídos gratuitamente exemplares das histórias em quadrinhos apoiadas pelo Prêmio. Após a estreia, os espetáculos, exposições e concertos circularão por municípios de todas as regiões do País.

Inscrições
O edital do prêmio será publicado na próxima semana no Diário Oficial da União. A partir da publicação, quaisquer artistas, gestores e produtores culturais poderão inscrever seus projetos, até o dia 9 de março, por meio do Sistema de Apoio às Leis da Cultura, (Salic), em uma das sete categorias. Em todas as categorias serão escolhidos projetos das cinco regiões brasileiras.

A seleção dos projetos vencedores em cada categoria será feita por comissões formadas exclusivamente para esta finalidade. Cada uma terá cinco integrantes, sendo dois servidores da Secretaria Especial da Cultura e 3 representantes da sociedade civil com notório saber nas respectivas áreas. Os resultados serão divulgados em abril e os prêmios serão pagos em maio deste ano.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

Escape para o perigo # 3 continua saga inspirada nas Eras de Prata e Bronze


A revista Escape para o perigo foi lançada em 2016, quando foi indicada ao Troféu HQ Mix na categoria Publicação independente de Grupo. A história fazia um resgate das Eras de Prata e Bronze dos gibis da Marvel e DC (anos 1960, 1970 e 1980), que tiveram grande influência na formação de gerações de artistas como a dos autores desta obra.

O segundo número saiu em 2017 e, agora, a terceira edição está à venda.
Escape para o perigo # 3 (formato 21 x 29,7 cm, 28 páginas coloridas, R$ 10,00) continua a saga Imperador do Caos.

Este novo número conta com o retorno dos artistas Carlos Reno, Paulo Fritoli, Vinil e Dan Medeiros, e a chegada de João Dinardi de Castro, Luís Menechino, Thiago Facchini e Osvaldo Ruiz. Além disso, há a participação de Joe Bennet.

No comando, continuam Ricardo Barbieri e Adilson Terrivel, assinando roteiros, artes e edição.

Os interessados também podem adquirir seu exemplar diretamente pelo e-mail escapeparaoperigo@gmail.com, na página do Facebook e em algumas lojas em São Paulo, como a Ugra e a Gibiteria.


quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

Rede Comics lança plataforma digital gratuita de quadrinhos originais


Surge um novo espaço para os apaixonados pela nona arte, conheça as HQs originais do 
selo Rede Comics.

Belém, 08 de janeiro de 2020 – Além de ilustrações, tiras e cartuns, agora o Rede Comics disponibiliza quadrinhos no seu celular ou em qualquer lugar que você queira ler, em uma plataforma digital gratuita que conecta leitores e autores.

A primeira temporada com quadrinhos originais em vários estilos que vão desde ação, terror, sátira e até o fantástico. tem seus primeiros seis títulos publicados já disponíveis graças a colaboração dos artistas, Alan Yango (Quem é o Maioral?), Emerson Coe (Túmulo do Horror), Emmanuel Thomaz (Visagem, O Crime Dadaísta), Marcio Loerzer (Deus é Brasileiro) e Igor Alves (Motherfuck).

A plataforma será lançada na 6ª Semana do Quadrinho Nacional mas já pode ser acessada. Para ler basta acessar o site Rede Comics (redecomics.com.br) e clicar no link “Quadrinhos” escolha sua HQ e faça o login de forma gratuita.
Conheça os quadrinhos

Quem é o Maioral? - A chega um estranho à cidade culmina em um novo desafio para “O Poderoso Máximus”.

Motherfuck - Às vezes obedecer parecer ser a única coisa que ele sabe fazer.

Pequena Naza e os encantados - Um passeio onírico que faz uma homenagem a dois grandes autores, Monteiro Lobato e Winsor McCay.

Deus é brasileiro - Quando você tem um o poder de Deuses de proporções épicas na pontas de seus dedos espere pela libertação do caos.

Túmulo do Horror - A descoberta de um mistério ancestral. Pode levar à horrores indescritíveis.

Visagem - HQ que conta a origem da heroína mais charmosa dos quadrinhos.
O Crime Dadaísta - Continuação da saga de Visagem na busca de vingança para sua falecida irmã.

Sobre o Rede Comics – Publicado, no dia 1º de agosto de 2018: a REDE COMICS. Publica tiras de quadrinhos, cartuns e ilustrações originais. Os objetivos são – mostrar o talento da nova safra de artistas e autores da região, informar sobre a cena local, levar ao público notícias sobre tudo o que rola no universo geek seja no Brasil ou no Exterior, além de entrevistas, cobertura de eventos, cinema, animações, séries, brinquedos, games etc.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

Coletânea de quadrinhos ‘Contos da Terra’ traz lendas urbanas e mitos da Amazônia


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Texto: Emerson Coe

Um novo olhar para as lendas amazônicas chega em formato de HQ pelas mãos dos artistas paraenses. Na Semana do Quadrinho Nacional.

O que é um mito? Segundo C.G. Jung em sua teoria dos arquétipos, entendidos como manifestações de um inconsciente coletivo. Segundo Jung, os arquétipos não têm formas certas ou definidas, são sonhos que podem se materializar de formas diferentes em diferentes épocas, culturas ou grupos sociais, na forma de mitos.

Unir mito e história em quadrinhos é uma ideia muito própria, ambos parecem estar à margem em comparação com a “filosofia e literatura”. Estes últimos são socialmente valorizados como produtos nobres da razão e da criatividade humana, ao mito e à história em quadrinhos parece ser reservado um lugar inferior, identificado com aspectos negativamente carregados como “invenção”, “produto de massa” ou “cultura pop”.

Quem é da região norte certamente conhece uma história de visagem, são lendas que moram na imaginação cabloca, passadas de geração para geração. Além de assustar elas refletem uma identidade cultural ancestral e milenar de povos que habitaram a amazônia.

Inspirado pelos "Contos da Terra" o ilustrador paraense Robson Marone convidou os artistas, Diogo C.S, Jeff e Roberto Mendes, para produzir essa coletânea que narra histórias assombrosas e lendas urbanas da amazônia, produzida em 2015 e disponibilizada somente digitalmente em um fanbook da plataforma issu.

O autor Robson Marone resolveu lançar a versão analógica na Semana do Quadrinhos Nacional que acontece no fim deste mês de janeiro no Centur. Composta por quatro histórias: O conto, O Caboclo e o lobisomem, história de Robson Marone, Robert Eloy e Márcia Santos sendo adaptada para a HQ por Roberto Mendes; Colecionador de Lendas — Capítulo 1: Belém Assombrada, De Diogo C.S; Slenderman em Belém de Jeff e CUCA vs MATINTA de Robson Marone.

A edição vem promover o folclore amazônico por meio de histórias em quadrinhos.

Contos da Terra
Capa: Colorida e Miolo P&B, 52 páginas
Formato: Magazine
Preço: R$15,00


sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

Cinema - Estão Abertas As Inscrições Para O Festival De Filmes Produzidos Com Celular

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O sonho de produzir um filme e vê-lo exibido numa tela de cinema está mais próximo do que muita gente imagina. E nem precisa gastar muito ou se cercar de grandes equipamentos. Vale a máxima do Cinema Novo: “uma câmera na mão e uma ideia na cabeça”, sendo que a câmera pode ser mesmo a do celular. Esta é a proposta de FESTIVAL DE CINEMA FILMAÊ, que em 2020 realiza a segunda edição.

Único com essa proposta na América Latina e dedicado à produção nacional, FILMAÊ inclui mostra competitiva de filmes inéditos, com premiação, oficinas e mostra de filmes internacionais. Um festival completo, com comissão de seleção, júri oficial, júri popular e premiação em 11 categorias. Em 2018, ano da criação do evento, o festival recebeu 123 inscrições, de realizadores de todos os estados da federação, dos quais 82 foram selecionados e 45 escolhidos como finalistas. Em 2020, a expectativa é de um número ainda maior de inscritos.

Para participar do festival mais democrático do Brasil basta ter um celular, um tablet ou uma câmera de ação (do tipo GoPro, por exemplo). O gênero pode ser ficção, documentário, experimental etc. O importante é que os filmes tenham entre 1 e 15 minutos de duração (contando com os créditos), revelem qualidade narrativa e originalidade de abordagem e sejam apresentados em resolução HD ou superior – no formato widescreen ou na posição vertical.

Podem se inscrever no FILMAÊ brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil há pelo menos dois anos, sem número limite de filmes por pessoa e sem fixação de idade. Cada título deve ter sido realizado a partir de janeiro de 2016 e é permitido o uso de equipamentos de apoio como microfones externos, lentes adaptáveis, tripés, luzes etc. A edição também pode ser feita em outra plataforma, mas não serão aceitos filmes finalizados por aplicativos de edição automática.

Os filmes inscritos passarão por uma comissão de seleção prévia, encarregada de analisar todo o material que chegar ao site www.filmae.com.br. Serão selecionados mais ou menos 80 títulos, que ficarão em exibição no site do festival. Dessa primeira seleção, a curadoria escolherá cerca de 40 filmes finalistas. Estes filmes serão exibidos no cinema do Espaço Cultural Renato Russo e estarão disponíveis, também, no site para votação. Os mais votados serão encaminhados para a exibição pública e concorrerão aos prêmios do festival.

PREMIAÇÃO – Caberá ao Júri Oficial escolher os melhores filmes em cinco gêneros: Melhor Filme de Ficção, Melhor Filme Documentário, Melhor Videoclipe, Melhor Reportagem Mojo (Jornalismo Cidadão) e Melhor Filme Experimental. O Júri Oficial ainda elegerá o Melhor Filme Infanto-juvenil (de 8 a 12 anos) e Melhor Filme Juvenil (13 a 17 anos) o Melhor Filme de Brasília. Já o Júri Popular será responsável por apontar os vencedores nas categorias técnicas: Melhor Filme, Melhor Direção, Melhor Interpretação, Melhor Roteiro, Melhor Fotografia e Melhor Edição. Os vencedores receberão um Troféu FILMAÊ – a produção pode criar outros prêmios decorrentes de novas parcerias e apoios ainda em negociação.

FILMAÊ tem coordenação geral de Fernando Campos e produção executiva de Guilherme Pastana e Guilherme Carvalho. Patrocínio do FAC – Fundo de Apoio à Cultura da Secretaria de Estado da Cultural e Economia Criativa do Governo do Distrito Federal.

Mais informações e inscrições: www.filmae.com.br


Piracicaba - Inscrições abertas para Batom, Lápis & TPM 2020!


Estão abertas as inscrições para a mostra “Batom, Lápis & TPM 2020”

O CEDHU Piracicaba (Centro Nacional de Humor Gráfico de Piracicaba) e Salão Internacional de Humor de Piracicaba convidam mulheres cartunistas para participarem da mostra Batom, Lápis e TPM.

Batom, Lápis e Humor é uma exposição de artes gráficas realizada desde 2011 como programação oficial do CEDHU Piracicaba, e propõe estimular e oferecer espaço a artistas (amadoras ou profissionais) brasileiras e estrangeiras para mostrar suas produções no âmbito das comemorações e reflexões do Dia Internacional da Mulher.

Descrição técnica
Batom, Lápis & TPM |mostra 2020– exposição de cartuns, caricaturas, charges, ilustrações, HQs e tiras.

Local da exposição: Parque do Engenho Central – Armazém 5 | Museu do Açúcar* (Av. Dr. Maurice Allain, 454 – Vila Rezende – Piracicaba/SP).

Data da abertura: dia 06 de março de 2020 – sexta, a partir das 19h*

Período de exposição: de 06 de março a 05 de abril de 2020 * (de terça a domingo das 13h às 17h)

O regulamento e ficha de inscrição podem ser baixados aqui:

terça-feira, 24 de dezembro de 2019

Lançamento - HQ Procissão - Vinícius Velo - ProAC

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Procissão, primeiro trabalho de Vinicius Velo, é um faroeste místico lançado com apoio do ProAC

Em Procissão (formato 17 x 26 cm, 96 páginas, capa cartonada, R$ 34,00), sua obra de estreia, Vinicius Velo desenvolve um faroeste místico à brasileira, criando um cenário intrigante e violento no cangaço brasileiro.

O projeto foi contemplado pelo ProAC – Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo, em 2017, e seu lançamento se deu agora.

A edição está disponível na Amazon Brasil.

No coração do sertão nordestino, as famílias Fontes e Silvino se destroem por uma rixa de sangue. Nessa guerra não se sabe mais quem deu o primeiro tiro, só o que importa é quem dará o último. 
Pai, filho e neto lavam com sangue a hora dos mortos, uma vingança passada de geração para geração entregue às mãos de um cangaceiro.


sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

Fanzine Belém 2019 #6

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Chega ao fim a última edição do fanzine de quadrinhos Belém 2019 e pra fechar com chave de ouro traz em sua publicação uma das séries mais influentes das HQs paraenses.

Publicada originalmente em 1994 ela serviu como inspiração para várias HQs, animações que viriam a surgir no estado, em um universo sombrio em que os mitos, visagens e assombrações da floresta, invadem a capital criando um horror urbano, a série de quadrinhos Janaína é uma das mais influenciadoras. Vinte e cinco anos depois, a fanzine Belém 2019 chega com uma aventura inédita da jovem pagé. “O Hibernante” é uma HQ em preto e branco, roteirizada por Emerson Coe e com desenhos de Emmanuel Thomaz.

Os criadores originais Marcelo Marat e Emerson Coe iniciaram a série com 4 curtas histórias. Que continuaram com roteiros de Marcelo Marat a série se desenrolou por mais 10 HQs no traço de Emmanuel Thomaz sendo publicadas regularmente em seu fanzine Horizonte Zero até o fim dos anos 2000!

Com uma mistura de terror cósmico e mitos locais, a trama de “O Hibernante” começa em 1939 na Alemanha quando um oficial do exército nazista de Hitler recebe a missão de encontrar uma bebida mística em meio a floresta amazônica. O problema é que o preço para descobrir esse segredo pode ser muito alto.

O fanzine não só é a última edição do fanzine, mas o começo. O editor quer lançar uma coletânea em breve com todos os quadrinhos de Janaína e além do desenvolvimento de HQs completamente novas para a série.

Ficha Técnica.
Autores: Emmanuel Thomaz e Emerson Coe
Formato: 15 × 21,5 cm, 18 páginas, capa colorida, miolo PB
Preço: R$ 7,00

A edição pode ser adquirida de duas formas:
Direto com o editor no e-mail: nitronorato@bol.com.br

Ou Na loja Kryptonita que fica na Av. Pres. Vargas, Nº560,
Galeria Comercial, Alberto Lopes, entre Riachuelo e Aristides Lobo.
Zap - (91) 98911-4044

Mais informações: redecomicscontato@gmail.com

Release

quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

Catarse - Condorito está em campanha para voltar ao Brasil


Após 27 anos sem ser publicado no Brasil, Condorito volta ao nosso país e marca a estreia do selo Quadriculando no mercado de histórias em quadrinhos. O personagem criado pelo já falecido cartunista chileno Pepo teve influência do desenho animado The Three Caballeros (conhecido por aqui também como Você já foi a Bahia?) da Disney.

Ali, figuravam Zé Carioca, Pato Donald, Panchito e outros personagens que tentavam aproximar os latinos dos Estados Unidos no ambiente da Segunda Guerra Mundial. A animação foi feita sob encomenda do governo norte-americano.

O Chile era retratado por um pequeno avião que tentava cruzar os Andes para levar correspondência. Pepo não se sentiu representado no personagem nem tão pouco ao seu país e, inspirado pelos animais humanizados da Disney, idealizou o Condorito.

Ele é um Condor, ave que simboliza o Chile, mas em trajes simples, vinculados aos mais humildes do seu país. Diferente dos personagens de Walt Disney, Condorito convive no mundo de humanos com traços exagerados. Ao passar dos anos, o traço do personagem se refinou e aos poucos se incluiu um elenco largo de apoio, fundamental para as piadas terem ressonância. Ele se tornou a imagem dos chilenos, chegando a transcender fronteiras e ser publicado em 13 países.

Condorito já foi publicado no Brasil pela Rio Gráfica (RGE), com doze edições a partir de 1982, só retornando depois de um intervalo de mais 10 anos, quando a Editora Maltese lançou oito edições, entre 1991 e 1992.

Condorito – Volume 1 (formato 29,7 x 42,3 cm, 48 páginas) traz material inédito no Brasil, com tradução atualizada, manutenção dos nomes originais dos personagens e dos lugares – parte essencial do humor de Pepo. Ele volta ao país no mesmo ano em que estreou uma animação produzida pela Fox.

Para viabilizar a publicação, a HQ está na plataforma colaborativa Catarse. Confira aqui como participar e as recompensas.


terça-feira, 17 de dezembro de 2019

Exposição de caricaturas homenageia Gugu Liberato

Amostra on-line presta tributo ao apresentador

Como forma de homenagear o apresentador Gugu Liberato, falecido no dia 29 de novembro de 2019, foi criada a expo Viva Gugu, uma amostra virtual disponível no site e no blog oficial HQMIX (https://blog.hqmix.com.br/noticias/homenagem-gugu-liberato/). 

A exposição conta com mais de 20 trabalhos, selecionados pelo presidente da Associação dos Cartunistas do Brasil e organizador do projeto, JAL Lovetro.

Augusto Liberato estreou na TV brasileira em 1981. Com seu extremo talento e carisma, o apresentador ficou à frente de importantes programas, como os clássicos Viva a Noite e Domingo Legal. 

Com o crescimento da cena sertaneja nos anos 90, Gugu liderou o programa Sabadão Sertanejo, no SBT, transmitido entre 1991 a 2002. A atração foi a responsável por lançar ao grande público, nomes hoje consagrados do estilo musical.

Figura importante para a história da cultura popular do nosso país, o trabalho de Augusto Liberato foi fonte de inspiração para os milhares de desenhistas em toda a nação, que por meio de caricaturas, prestam esta última homenagem.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

Skript Editora lança mais três campanhas de quadrinhos no Catarse

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O ano está terminando, mas a Skript Editora não quer saber de descanso e abriu campanha de financiamento coletivo de três novos projetos de quadrinhos que serão lançados em 2020, sendo duas coletâneas e um autoral.

Confira os detalhes com os respectivos links para apoiar. Todos os projetos contam com opções de apoio com brindes exclusivos:
Emília – 100 anos (formato 17 x 26 cm, 100 páginas, R$ 69,90) trará mais de 20 autoras apresentando suas próprias leituras da clássica personagem do Sítio do Picapau Amarelo criada por Monteiro Lobato.

O projeto é editado por Carol Pimentel, e conta com trabalhos de Alice Monstrinho, Aline Lemos, Ana Flávia, Ana Maria S. Pereira, Beatriz Miranda, Bel Pardal, Camila Raposa, Clara Lagos, Cris Eiko, Denise Bueno, Fabiane / Miss Tédio, Geovana Held, Giulia Felice, Giulia Garcia, Giulia Lagrotta, Jakie Buchabqui, Julia Tietbo, Lia Harumi, Lila Cruz, Luli Pena, Majory Lissa, Melissa Garabeli, Monique Malcher, Paloma Barbosa, Renata Rinaldi e Vanete Santana-Dezmann.

Sob a luz do arco-íris (formato 17 x 26 cm, 96 páginas, R$ 49,90) é uma coletânea com autores LGBTQ+ editada por Mário Cesar. São 10 histórias abordando situações de preconceito. Drama, humor, realismo e fantasia em uma variedade de traços e estilos que demonstram a força e o talento da diversidade.

Participam do projeto Adri A., Caio Yo, Dika Araújo, Ellie Irineu, Guilherme Smee, Johncito, Luiza Lemos, Mário César, Rafael Bastos Reis, Sasyk e Yuri Amaral. Os apoiadores receberão, gratuitamente, print e um bóton exclusivos. Os 100 primeiros receberão um postal com arte exclusiva e autografado.

Robert Johnson – O cão da encruzilhada (formato quadrado, 60 páginas, R$ 49,90), com roteiro e arte de Estevão Ribeiro. é um conto fantástico semibiografico, trazendo o mito e a história de Robert Johnson, considerado um dos pais do Blues e a base para o Rock, criado poucas décadas depois. Diz a lenda que o meteórico sucesso e o repentino e gigantesco talento de Johnson foram graças a um pacto com o Diabo.

O cantor também inaugurou o misterioso Clube dos 27, nome dado aos músicos que fizeram fama e morreram aos 27 anos. Além dele, fazem parte artistas como Jimi Hendrix, Curt Cobain, Janis Joplin, Jim Morrison e Amy Winehouse.

Esta será a primeira edição de uma nova série da Skript chamada Vinil com formato quadrado, semelhante aos LPs.


quarta-feira, 13 de novembro de 2019

Entre Cegos e Invisíveis - Nova HQ de André Diniz

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O quadrinhista brasileiro André Diniz está lançando um novo trabalho, Entre cegos e invisíveis (formato 17 x 24 cm, 128 páginas, capa cartonada, R$ 42,00), que está em pré-venda na loja da editora Café Especial.

Brasil, 1971. Voltando do enterro do General Gilberto Couto, o pai militar que jamais os reconheceu publicamente, Jonas e Leona tentam ver o fenômeno da super-Lua, anunciado no rádio, enquanto cruzam a estrada de volta para casa. 

Com eles estão a mulher de Jonas e um estrangeiro, a quem dão carona e de quem não se entende uma palavra sequer.

Após um incidente, a verdade sobre cada um vai se revelando e novas feridas se abrem rasgando uma história permeada por abandono, dores e rancores.

A influência da super-Lua tem um papel central no desenrolar dos fatos, mas ela não aparecerá para qualquer um.

Entre cegos e invisíveis é uma ficção que tem como cenário a Ditadura Militar que o Brasil enfrentou entre 1964 a 1985.  Não é a primeira vez que André Diniz aborda o tema, já tendo tocado no assunto na série Subversivos.

A edição foi lançada em Portugal pela Editora Polvo em maio deste ano, durante o 15ª Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja. No Brasil, será lançada no evento Butantã Gibi Con, em São Paulo (saiba mais aqui).


terça-feira, 12 de novembro de 2019

Exposição em São Paulo apresenta o trabalho de J. Carlos



José Carlos de Brito e Cunha (1884-1950), conhecido como J. Carlos, foi o autor de uma das mais poderosas crônicas visuais do Brasil na primeira metade do Século 20. 

Sua ampla produção é apresentada na exposição J. Carlos – Originais, que o Instituto Moreira Salles – Paulista (Avenida Paulista, 2424), em São Paulo/SP, apresenta até o dia 26 de janeiro de 2020.

A mostra, que foi exibida na sede carioca em 2017, reúne cerca de 300 itens, dentre desenhos e publicações, selecionados pelos curadores Cássio Loredano, Julia Kovensky e Paulo Roberto Pires.

J. Carlos produziu uma obra variada, que inclui caricaturas, charges, cartuns, alfabetos tipográficos, publicidade, enfim, todo o universo gráfico das primeiras revistas ilustradas do País.

Estreou na imprensa em 1902, aos 18 anos, e trabalhou ininterruptamente pelos 48 anos seguintes. Acredita-se que tenha publicado mais de 50 mil desenhos.

A mostra apresenta instantes decisivos dessa trajetória, em obras selecionadas dentre os cerca de mil originais que integram a coleção de Eduardo Augusto de Brito e Cunha (filho de J. Carlos), sob a guarda do Instituto desde 2015.

O acervo reunido por Eduardo também inclui coleções encadernadas das publicações em que J. Carlos atuou, como Careta, Para Todos..., Fon-Fon! e Almanaque do Tico-Tico.