segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

Luana Flores leva "Nordeste Futurista" à América Latina em primeira turnê internacional

 


Com apoio da Nikita Music, artista paraibana apresentou o repertório da turnê "Nordeste Futurista" e consolidou sua presença internacional

São Paulo, janeiro de 2026 – A cantora Luana Flores realizou em dezembro sua primeira turnê internacional com o espetáculo "Nordeste Futurista", que passou por Santiago e Valparaíso, no Chile, e Buenos Aires, na Argentina. A circulação marcou um novo estágio de sua trajetória fora do Brasil, ampliando o diálogo com cenas locais e reforçando sua projeção no circuito independente latino-americano.

Beatmaker, DJ, percussionista, cantora e compositora, Luana levou ao público latino-americano um repertório que articula identidade nordestina e linguagem contemporânea, distribuído pela Nikita Music. A turnê foi viabilizada pelo programa Ibermúsicas e dá continuidade ao processo de internacionalização iniciado em 2024, quando a artista realizou sua primeira Eurotour e retornou a Paris com apoio do edital Funarte Brasil Conexões Internacionais.

Inserida nesse processo de consolidação internacional, Luana Flores avalia que a turnê representou um momento importante de amadurecimento e de troca com outros territórios musicais. “Essa circulação me permitiu experimentar novas sonoridades e perceber como a música nordestina ressoa em diferentes contextos, abrindo caminhos inesperados na minha criação”, afirma.

Para Felippe Llerena, diretor executivo da Nikita Music, o projeto reflete a maturidade artística da artista. “A Luana construiu uma estética própria, que parte do Nordeste e dialoga com diversos territórios. A recepção na América Latina mostra como essa identidade se conecta com públicos fora do Brasil, sem perder suas raízes”, complementa.

A experiência internacional da cantora também reflete um movimento mais amplo da música independente brasileira. De acordo com o relatório Loud & Clear, do Spotify, mais de 60% das reproduções de artistas brasileiros na plataforma já ocorrem fora do país, indicando o fortalecimento da circulação global de projetos autorais e a redução da dependência de grandes selos e intermediários.

Além dos shows, a turnê incluiu gravações e colaborações com artistas do Chile e da Argentina, aprofundando o intercâmbio criativo com as cenas locais. “Quando a turnê internacional gera encontros e parcerias, o impacto vai além do palco. São conexões que permanecem e fortalecem toda a cadeia da música independente”, destaca Llerena.

Com Nordeste Futurista, Luana Flores amplia o alcance de sua pesquisa estética e cultural e consolida sua trajetória fora do Brasil. A turnê latino-americana antecipa o próximo ciclo da artista, marcado pelo lançamento de um novo álbum em 2026 e pela expansão de sua atuação em diferentes mercados internacionais.

Sobre a Luana Flores

A artista paraibana Luana Flores vem se destacando na cena internacional com o show “Nordeste Futurista”, que funde ritmos e estética da cultura popular nordestina ao universo da música eletrônica. Conquistou prêmios como Novo Talento (SIM SP), Melhor Beatmaker (PPM – Brasília) e Melhor Pitch (WME), além de reconhecimentos em festivais de cinema com seus videoclipes. Em 2024, integrou o Programa de Co-criação SIM SP + Groover (Brasil–França); em 2025, retornou a Paris com apoio da Funarte; e em 2026 lançará seu novo disco, com grandes participações e nova colaboração internacional.

Sobre a Nikita Music

A Nikita Music Digital é uma empresa brasileira especializada em distribuição digital de música e monetização. Seu fundador, Felippe Llerena, é um profissional pioneiro no mercado da música independente e distribuição digital no Brasil. A empresa oferece serviços de distribuição de música digital para gravadoras, produtoras, empresários e artistas independentes, possibilitando a presença em centenas de plataformas de streaming ao redor do mundo. Além disso, a Nikita Music Digital oferece suporte no pitching para inclusão em playlists e promoção no lançamento de novas músicas. Para mais informações, acesse: https://www.nikita.com.br.

terça-feira, 30 de dezembro de 2025

EM JANEIRO, SÉRIE “SÃO FLORESTAS” APRESENTA NOVOS EPISÓDIOS SOBRE CIDADES, CLIMA E MODOS DE VIDA NA AMAZÔNIA

Episódio “Ação contra a Mudança Global do Clima” da série “São Florestas” estreia 20/1/26, às 20h, no SescTV. Foto: Santa Rita Filmes.

Materiais de divulgação: São Florestas 


Dirigida por Miguel De Almeida e exibida pelo SescTV, produção amplia o debate socioambiental ao reunir vozes ribeirinhas, indígenas e especialistas em urbanismo,
meio ambiente e mudanças climáticas

 

A série documental São Florestas retorna à programação do SescTV em janeiro com uma nova leva de episódios inéditos que aprofundam o olhar sobre os desafios sociais, ambientais e climáticos da Amazônia brasileira. Com direção do jornalista Miguel De Almeida, a produção propõe um recorte contemporâneo sobre um dos biomas mais complexos do planeta, articulando saberes tradicionais, ciência e experiências locais para refletir sobre sustentabilidade, justiça social e futuro.
 

Exibida às terças-feiras, às 20h, a série acompanha comunidades ribeirinhas, povos originários, pesquisadores e agentes culturais que vivem e atuam na região amazônica, discutindo temas como urbanização, produção responsável, mudanças climáticas e a relação vital entre água, território e sobrevivência. Ainda evidencia como esses debates atravessam o cotidiano das populações locais e impactam diretamente o equilíbrio ambiental do país e do planeta.
 

No episódio “Cidades e Comunidades Sustentáveis” (6/1), a série visita Afuá (PA), no arquipélago do Marajó, conhecida como a “Veneza marajoara”. Construída sobre palafitas e marcada pelo uso da bicicleta como principal meio de transporte, a cidade revela formas singulares de organização urbana em diálogo constante com as marés e a floresta. A turismóloga Andra Lúcia Ataíde, o radialista e artesão Raimundo Gonçalves (Sarito) e o arquiteto e urbanista Juliano Pamplona Ximenes Ponte analisam os impactos históricos da colonização, da exploração econômica e dos desafios contemporâneos para a construção de cidades mais justas e ambientalmente responsáveis na Amazônia.
 

Em “Consumo e Produção Responsáveis” (13/1), o foco recai sobre a Saboaria Rondônia, iniciativa liderada por mulheres que desenvolvem cosméticos a partir de frutos da floresta, como buriti, babaçu e copaíba, promovendo geração de renda e preservação ambiental. O episódio discute cadeias produtivas sustentáveis, rastreabilidade e empoderamento feminino no meio rural, com depoimentos de Mareilde Freire Almeida e análises da jornalista Juliana Lopes, que destaca a importância de enxergar a Amazônia como potência econômica integrada a políticas públicas e mercados conscientes.
 

O episódio “Ação contra a Mudança Global do Clima” (20/1) investiga os efeitos do desmatamento e do aquecimento global sobre os territórios amazônicos e suas populações. Lideranças comunitárias, como integrantes da Rede Jandyras, e especialistas, entre eles o meteorologista Terzio Ambrizzi (USP), alertam para os riscos da savanização da floresta, a alteração dos regimes de chuva e a urgência de políticas de educação ambiental, justiça social e transição para energias renováveis.
 

Encerrando o mês, “Vida na Água” (27/1) acompanha a comunidade de Espírito Santo de Tauá (PA), onde a pesca artesanal, a agricultura e o extrativismo sustentam a vida local. O episódio revela como o avanço da pesca industrial, a poluição e o intenso tráfego de embarcações ameaçam os rios, os manguezais e a segurança alimentar da população. Pesquisadores e moradores discutem os impactos ambientais e econômicos dessas transformações, destacando a necessidade de políticas que considerem os territórios tradicionais e a preservação dos ecossistemas aquáticos.
 

Ao reunir diferentes perspectivas sobre cidades, economia, clima e água, São Florestas reafirma o compromisso do SescTV com a difusão de conteúdos que conectam meio ambiente, ciência e sociedade, convidando o público a refletir sobre caminhos possíveis para a preservação da Amazônia e o fortalecimento das comunidades que a habitam.
 

SERVIÇO 
 
SÃO FLORESTAS 
Série documental
Direção e apresentação: Miguel De Almeida
Produção: Marcelo Braga – Santa Rita Filmes
Realização: SescTV
Conteúdo: 17 episódios
Duração aproximada: 30 min cada
Classificação indicativa: Livre
Exibição: terças, às 20h
Reapresentações: quartas, 15h30; quintas, 0h30; sextas, 17h30; sábados, 10h30; domingos, 21h
 
Episódios de janeiro de 2026: 
 
Cidades e Comunidades Sustentáveis – 6/1
Consumo e Produção Responsáveis – 13/1
Ação contra a Mudança Global do Clima – 20/1
Vida na Água – 27/1
 
Sob demanda
Assista a séria na íntegra na plataforma sesc.digital 
Baixe o app Sesc Digital, disponível gratuitamente nas lojas Google Play e App Store.
 
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SOBRE O SESCTV 

O SescTV é um canal de difusão cultural do Sesc em São Paulo, distribuído gratuitamente, que tem como missão ampliar a ação do Sesc para todo o Brasil. Sua programação é constituída por espetáculos, documentários, filmes e entrevistas. As atrações apresentam shows gravados ao vivo com variadas expressões da música e da dança contemporânea. Documentários sobre artes visuais, teatro e sociedade abordam nomes, fatos e ideias da cultura brasileira em conexão com temas universais. Ciclos temáticos de filmes e programas de entrevistas sobre literatura, cinema e outras linguagens artísticas também estão presentes na programação. 

segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

Documentário 'João Arruda-Morada' terá exibições até 31/12 pelo Festival Planeta.Doc

 


Produção retrata obra do artista e traz à tona a luta contra a mineração abusiva no Vale da Pedra Branca (MG); direção é de Mário de Almeida, da Maravilha Filmes

O documentário “João Arruda-Morada”, dirigido por Mário de Almeida, da Maravilha Filmes, está entre os filmes selecionados pelo Festival Internacional de Cinema Socioambiental - Planeta.Doc  e terá exibição gratuita na plataforma virtual até dia 31 de dezembro de 2025 pelo endereço https://planetadoc.com/

Planeta.Doc é mais do que um festival de cinema.Trata-se de um convite à reflexão e à ação promovendo, por meio de filmes impactantes, o diálogo sobre a realidade contemporânea e o futuro da vida na Terra. A proposta aproximar estudantes e educadores de produções audiovisuais nacionais e internacionais que abordam questões urgentes do nosso tempo, como mudanças climáticas, diversidade cultural, justiça social, direitos humanos, ciência e futuro sustentável.

“Morada vai além de um making off do disco e aborda questões da vida do compositor João Arruda e da forma dele de fazer música. O filme também traz à tona a resistência contra a mineração abusiva e exploratória que ameaça a vida, a terra e os modos de existir aqui na região onde habitamos”, explica Mário de Almeida, da Maravilha Filmes. 

A produção detalha a regeneração da terra por meio da agroecologia e a influência positiva da arte sobre as pessoas, em direção a uma relação mais harmoniosa com as formas de vida com as quais compartilhamos nossa existência. Do interior de Minas Gerais, o canto de João Arruda ecoa também em defesa da vida no Vale da Pedra Branca, contra a exploração predatória da mineração, somando-se às demais formas de luta no lugar.

Morada não é apenas um filme. É um gesto de apoio e de somas de forças. Ele se alinha às diversas lutas que acontecem no Vale da Pedra Branca e em tantos outros territórios onde a natureza vem sendo violada por interesses predatórios. A Aliança em Prol da APA da Pedra Branca @aliancapedrabranca é um desses exemplos vivos de resistência e cuidado com o que é comum. “Uma força que nos inspira e que o filme deseja amplificar”, destaca Almeida. 

A ideia de Morada 

Quanto a ideia do documentário Morada, Arruda conta que Mário de Almeida registrava alguns momentos da lida com a terra e encontros musicais desde a chegada do cantor e violeiro na cidade de Caldas, no Sul de Minas Gerais. Almeida e Arruda estreitaram os vínculos, os laços e então Levi Ramiro foi convidado para ajudar nessa produção. 

“Ele é peça fundamental desse álbum, é uma pessoa que eu me inspiro muito, é uma figura muito importante, faz as minhas violas e eu tenho ele como um querido compadre, um irmão, um amigo, um mestre. Ele topou e no esquema do isolamento, ficamos em quarentena para se encontrar e caminhamos com o projeto. Em 2024 conseguimos aprovar o projeto na Lei Paulo Gustavo de Minas Gerais e obtivemos parte do recurso para a pós-produção do documentário”, comenta. 

Arruda fez a mixagem e masterização e Almeida foi o responsável pelos registros de todo processo de gravação do álbum que fugiu do esquema tradicional de estúdio, ou seja, a maioria das músicas foram gravadas ao vivo e geralmente em locais abertos na roça, como na montanha, na beira de rio, no meio da mata, perto da cozinha, na frente de casa, junto com os bichos, com as plantas. 

“Foi uma experiência muito linda, emocionante. Quando assisti o documentário, fiquei muito feliz com a costura que o Mário fez, as histórias que ele trouxe para contar dentro desse tema que é a morada, que é a construção da casa, que é a construção do álbum, que é a construção minha mesma, pessoal também. Foi muito emocionante e fiquei muito feliz com a contribuição valiosa do Mário, de fazer essa montagem, pegar e contar as histórias que ele contou, porque eu não vou falar aqui, porque senão vai dar spoiler”.

Por trás das lentes

De acordo com Mário de Almeida, a proposta era fazer um documentário musical que fosse além de um making off do disco, mas que trabalhasse essas questões da vida do João e da forma dele de fazer música. Dessa forma, o foco era retratar a importância da agrofloresta dentro da música de Arruda e levar para um filme. “É uma música muito focada na diversidade, nas nossas raízes e nas formas de estar no mundo, em conexão com a natureza e com as formas de vida, com as quais a gente se relaciona. Isso é o disco dele, isso é o João”, pontua. 

E assim a produção foi se transformando. Começou a contar a história do João naquele lugar e o filme foi além de dialogar com as músicas, mas  principalmente com as formas de inspiração que geraram essas músicas como as paisagens, as conexões do artista com as pessoas e com os animais daquele lugar e também  com a luta em defesa da vida no Vale da Pedra Branca contra exploração predatória da mineração.

 “A conexão que ele tem com a comunidade, como com os indígenas que moram naquela região, da aldeia Ibirimã Kiriri do Acré, e com o fazer agroflorestal dele, ou seja, uma vida de agricultor naquele lugar, a realidade de uma pessoa que veio da cidade para viver aquele ambiente de uma outra forma, para viver aquele ambiente como alguém que quis mudar de vida mesmo. Então essas são as inspirações que representam um dos objetivos do documentário”.

O documentário musical Morada foi todo filmado no Vale da Pedra Branca, em Pocinhos do Rio Verde, em Caldas, Minas Gerais, especialmente no sítio Arvoredo onde João Mora, desenvolve sua agrofloresta e mantém seu estúdio. A primeira exibição do longa-metragem ao público foi em 16/11/2024 no Barracão da Tomiko, em Caldas. Depois ocorreram exibições em outros espaços e ele também está em diversos festivais. 

“Queremos engajar o filme a partir das temáticas que o álbum do João Arruda aborda que são urgentes e essenciais para o Brasil nesse momento, que é o nosso multiculturalismo, a preservação do nosso bioma, da natureza no Brasil, do ser humano e de todas as formas de vida que estão aqui. A  obra do João tem essa potência e a  intenção de trabalhar a cultura popular como uma forma de defesa e preservação nesse território chamado Brasil”, pontua Almeida. 

O Vale da Pedra Branca - Sudeste do Brasil, sul do estado de Minas Gerais

Uma atividade vulcânica ocorrida há pelo menos 80 milhões de anos resultou em uma paisagem de exuberância inigualável, além de uma imensa riqueza mineral no solo da região. Um dos maiores campos de urânio do mundo, já explorado, sem sucesso, pela indústria nuclear na história recente do país, com a promessa frustrada da nova energia e deixando uma destruição gigantesca de mais de 100 milhões de toneladas de rejeitos e milhares de toneladas de material radioativo.

As chamadas “terras raras”, descobertas ainda na década de 90 na região, despertam maior interesse do mercado global da mineração nos dias atuais, por possuírem elementos estratégicos para indústrias de alta tecnologia, transição energética e, principalmente, para fins militares.

Com a estimativa de que a jazida localizada nessa imensa cratera vulcânica seja capaz de suprir até 20% da demanda de terras raras de todo o planeta, uma grande corrida internacional pela exploração mineral no planalto vulcânico tem início em 2025, o que pode redefinir a geopolítica da mineração nos próximos anos, tendo em vista os interesses econômicos e políticos e os impactos ambientais que estão em jogo, podendo transformar toda essa região numa Zona de Sacrifício.

No Vale da Pedra Branca, localizado nesta região, a beleza e a força da natureza há décadas resistem à exploração predatória. É desse lugar que ecoa a voz do músico João Arruda, voz poética e sensível que se soma à de outros atores e a outras formas de luta em defesa da terra e dos modos de existir que são inseparáveis do Vale.

Sobre João Arruda: Nascido em Campinas, João Arruda, além de artista é um produtor musical responsável por vários projetos no Centro Cultural Casarão como Arreuní, Casarão das Violas, Circuito Dandô, Encontro de Folias de Reis, Congadas, entre outros. Em 2020 ele mudou-se para um sítio no sul de Minas Gerais onde produz álbuns, trilhas sonoras e realiza plantios, vivências e outras alegrias agroflorestais. É conhecido por seu carisma e inquietude, além de misturar diferentes sonoridades, entrelaçar  ritmos de diversas culturas, compondo em parcerias , fazendo poesia e música como forma de regenerar a Terra, e regenerar-se junto com ela.

Sobre a Maravilha Filmes: Produtora audiovisual de São Paulo fundada pelo documentarista, diretor, roteirista e produtor Mário de Almeida. É voltada para a criação de conteúdos sobre música e cultura popular focados na pluralidade das manifestações criativas e artísticas do povo, nas formas de resistência cultural existentes na sociedade e nos mais diversos fenômenos sociomusicais brasileiros, dos tradicionais aos contemporâneos. Nosso trabalho é trazer à tona, por meio do audiovisual, formas de expressão que estão fora dos meios canônicos de difusão.

Serviço:
Exibição do Documentário “Morada” com João Arruda
- Até 31/12/2025 pelo site https://planetadoc.com/
Informações: @maravilhafilmes @joaoarrudatambemg @planetadoc

terça-feira, 23 de dezembro de 2025

Escritora Petria Chaves lançará livro na Fazenda Morros Verdes em Ibiúna (SP)

Divulgação

O ecolodge abre a programação de 2026 apresentando o Book Launch Experience. O primeiro livro a ser lançado é o "Como seu o que sei" e acontecerá na terça-feira, 06/01, às 16h, com chá da tarde com a autora. Reservas: (11) 91557-2696.

São Paulo, 21 de dezembro de 2025 - Os amantes da literatura e da natureza têm mais um motivo para unir as duas paixões: o Book Launch Experience no Hotel Fazenda Morros Verdes, uma vivência literária exclusiva para os hóspedes. Projeto inédito e fruto imediato da parceria que estabeleceu com com a jornalista Silvia Lourenço, embaixadora da Biblioteca Comunitária Ernesto Haberkorn, inaugurada recentemente na propriedade. Além de ser uma oportunidade para quem quer começar o ano com uma experiência diferenciada em meio a Mata Atlântica.

A primeira ação do Book Launch Experience será o lançamento da obra “Como eu sei o que sei - O desenvolvimento da intuição como trilha para nossa inteligência ancestral (IA)” da escritora e jornalista Petria Chaves, apresentadora da rádio CBN. O evento acontecerá nos dias 06 e 07 de janeiro de 2026 na própria Biblioteca do ecolodge, no bairro do Verava, em Ibiúna (SP). A tarde de autógrafos com a autora contará com um delicioso chá da tarde, às 16h. Um  bate papo intimista sobre a obra em torno da fogueira na quarta-feira (07), às 20h30, será outro atrativo para encantar os apaixonados pela leitura.

O Book Launch Experience é um evento que criamos para unirmos turismo e lazer ao universo dos livros. É uma experiência que abraça os amantes de literatura, mas também atende a todos que apreciam um bom bate papo. Estamos muito felizes em recebermos a jornalista e escritora Petria Chaves para estrear esse primeiro evento, inaugurando uma série especial que estamos preparando para 2026”, pontua Silvia.

A ideia de faro jornalístico ajuda a explicar como repórteres do mundo inteiro chegam a notícias exclusivas, transformando ou ao menos balançando as estruturas de uma sociedade. Este faro opera a partir de técnicas avançadas de investigação, aguçadas por um elemento fundamental: a intuição. Seguindo seu próprio faro, a jornalista Petria Chaves elegeu este conceito como fio condutor de seu segundo livro, “Como sei o que sei”, que acaba de ser lançado pelo selo Academia da Editora Planeta.

“Meu trabalho como jornalista noticia estatísticas; meu trabalho humanista não me deixa dormir tranquila noticiando esse tipo de fato sem buscar respostas para o alívio dessa dor. Eu vejo e sinto o que está acontecendo com o meu mundo. Foi por isso que resolvi pesquisar sobre a intuição como ferramenta estratégica para acionarmos algo de mais humano, sensível, poético, misterioso e, no entanto, prático para o uso em nossa vida. Participar deste primeiro Book Launch Experience com os hóspedes será um momento muito especial”, afirma a autora.

Sobre a autora

Petria Chaves é jornalista e âncora da rádio CBN, onde apresenta o programa Revista CBN, com debates e reflexões semanais em rede nacional. Apresentadora do documentário A Verdade da Mentira, produzido e veiculado pelo History Channel, é escritora e autora do livro Escute teu silêncio, lançado em 2023, pela Editora Planeta, sobre os desafios para o diálogo no mundo de hoje. Vencedora dos prêmios Allianz, Abrelpe, Bradesco Longevidade e APCA (da Associação Paulista dos Críticos de Arte), Petria Chaves atua no aprofundamento de pautas que vão desde sustentabilidade até desenvolvimento pessoal e social, com foco nos pilares e políticas de transformação da sociedade.

Ficha Técnica

Título: Como sei o que sei – O desenvolvimento da intuição como trilha para nossa inteligência ancestral (IA) 
Autor: Petria Chaves / ISBN: 978-85-422-3805-1 / Pág: 272 p. / Preço: R$ 62,90 / Editora Planeta | Selo Academia

Ambos eventos do Book Launch Experience são gratuitos para os hóspedes e quem tiver interesse pode garantir a presença diretamente com a Central de Reservas através do (11) 91557-2696 ou pelo site https://www.fazendamorrosverdes.com.br/. A Biblioteca Haberkorn conta com mais 1000 exemplares, incluindo literatura nacional e estrangeira, livros infantis, juvenis e obras de referência.

SERVIÇO:

Evento: Book Launch Experience
Quando: 06/01 às 16h – Chá da Tarde com Talk e Lançamento do Livro / 07/01 às 20h30 – Bate-papo e Leitura ao Redor da Fogueira
Onde: Fazenda Morros Verdes, Estr. Terra Boa, S/N - Ibiúna, SP (Como chegar)
Entrada: Gratuita para hóspedes.
Reservas: (11) 91557-2696 ou https://www.fazendamorrosverdes.com.br/.
Link com fotoshttps://we.tl/t-ibQJF8VbQX (Credito: Divulgação) 

Sobre o Hotel Fazenda Morros Verdes: Um empreendimento localizado em Ibiúna (SP), a 70km da capital paulista, que nasceu do empreendedorismo e visão de Ernesto Haberkorn, um dos pioneiros da tecnologia da informação no Brasil. Tem um diferencial por oferecer uma imersão na Mata Atlântica, uma hospitalidade impecável e a sofisticação de um hotel boutique 5 estrelas. Apresenta dois tipos de hospedagem muito aconchegantes: os bangalôs (entre 76m² e 40 m²) e as suítes (de 47m² a 14m²). A gastronomia é marcada pela inspiração na natureza, oferecendo receitas orgânicas de produtores da região. São quatro refeições servidas diariamente. Para o lazer oferece: hípica para os amantes de cavalos; as tirolesas Carcará e Andorinha; piscina externa e outra coberta climatizada; trilhas da Mata Atlântica com guias especializados passando por cachoeiras e quedas d’água; lago para a prática de natação, caiaque e stand-up paddle e bicicletas. Um lindo complexo poliesportivo oferece piscina semiolímpica, squash, quadra poliesportiva, academia, sauna e hidromassagem. Tem infraestrutura completa para receber eventos corporativos de diferentes tipos com salas e salões multiuso. Tem a certificação como Empresa B e conta com horta orgânica, pomar de frutas, cultivo de plantas medicinais, apiário e a 1ª usina de energia solar particular do País. Site: www.fazendamorrosverdes.com.br 

quarta-feira, 17 de dezembro de 2025

YANUNI, coprodução brasileira e indígena, está na shorlist do Oscar 2026

 

Poster do documentário YANUNI. Arte fotográfica: Evelyn Lynam Ruiz | 

@evelyn_lynam_ruiz

 

Coproduzido pela Cacica Juma Xipaia e Leonardo DiCaprio, filme está na lista das 15 produções que podem conquistar uma indicação na categoria de Melhor Documentário.

 

Com grande reconhecimento em festivais dedicados ao cinema ambiental pelo mundo, YANUNI retrata a trajetória de Juma Xipaia e de seu marido, o agente do Ibama Hugo Loss, na linha de frente do enfrentamento ao garimpo e da preservação da Amazônia


 

São Paulo, dezembro de 2025 – A coprodução brasileira e indígena YANUNI entra na lista de pré-candidatos ao Oscar 2026. A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas divulgou nesta terça-feira, dia 16, a shortlist de possíveis indicados em dez categorias, incluindo Melhor Documentário. Os indicados ao Oscar 2026 serão revelados no dia 22 de janeiro e a cerimônia será realizada no dia 15 de março.

 

O filme acompanha a trajetória de Juma Xipaia, cacica da aldeia Kaarimã, na Terra Indigena Xipaya, no município de Altamira (PA), que, ao lado do seu marido, Hugo Loss, agente ambiental e então coordenador de operações de fiscalização do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), luta contra o avanço da mineração e do garimpo, em defesa dos territórios indígenas, povos e comunidades da Amazônia. Em meio a constantes ameaças, ela ainda vive uma maternidade, expondo-se aos conflitos, mesmo a custo pessoal.

 

Com sua narrativa impactante sobre a sabedoria e a resistência indígena, o documentário é uma produção da Malaika Pictures, com produção executiva de Eric Terena e conta também com participações das artistas indígenas Katu Mirim e Djuena Tikuna, na construção da trilha sonora.

 

Produzido pela cacica Juma Xipaia e por Leonardo DiCaprio, com direção de Richard Ladkani (Perseguição em Alto Mar e O Extermínio do Marfim), YANUNI, acumula prêmios em festivais internacionais e tem se consolidado como um dos títulos mais premiados do cinema ambiental esse ano.

YANUNI iniciou sua trajetória em grandes festivais, como Filme de Encerramento no Tribeca Festival, em Nova York, um dos eventos mais relevantes do circuito internacional. Recebeu o Grand Teton e ganhou como melhor longa-metragem documental (feature documentary) no Jackson Wild Media Award, considerado o Oscar do cinema de natureza. Em Los Angeles (EUA), YANUNI também recebeu o prêmio de Melhor Documentário no Red Nation International Film Festival, o maior festival de cinema de Povos Originários e Indígenas no mundo.

 

No Brasil, foi reconhecido com o Prêmio do Público de Documentário Internacional na 49ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo — um dos mais tradicionais e importantes eventos audiovisuais da América Latina.
 

Sobre Juma Xipaia

Em 2016, quando tinha 24 anos, Juma tornou-se a primeira mulher a assumir o cargo de cacique do Povo Xipaia na região do Médio Xingu. Agora, Juma é cacica da aldeia Kaarimã, na Terra Indigena (TI) Xipaya, no município de Altamira, no Pará. Sua liderança sempre é marcada pela defesa dos direitos humanos, ambientais e pela defesa dos territórios e dos direitos indígenas, dos modos de vida e da cultura desses povos, com ênfase na autodeterminação e na resistência contra as ameaças e invasões – por grandes projetos de infraestrutura (como a hidrelétrica de Belo Monte), pela mineração industrial (como a mineradora canadense Belo Sun) ou pelo garimpo ilegal. Juma sobreviveu a seis tentativas de assassinato por enfrentar garimpeiros, grileiros e corporações multinacionais que ameaçam suas terras ancestrais. Com YANUNI, Juma mantém o compromisso inabalável pelos direitos indígenas e pela proteção ambiental, inspirando e provocando mudanças significativas no Brasil e no mundo.

 

Sobre Hugo Loss

Com mais de dez anos de atuação no Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), Hugo Loss é agente ambiental e Graduado em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Paraná e mestre em Antropologia Social pela Universidade de Brasília, Loss tornou-se referência nacional na fiscalização ambiental na Amazônia, especialmente no combate ao garimpo, invasões e grilagem em terras indígenas. O agente foi objeto de espionagem ilegal durante o governo de Jair Bolsonaro, chegando a ser exonerado do Ibama em abril de 2020, em clara perseguição por sua atuação em defesa da floresta e territórios indígenas. Retornou ao Ibama em 2023, após a mudança de governo.

 

Sobre YANUNI

YANUNI é um retrato cinematográfico de Juma Xipaia, uma liderança indígena da Amazônia brasileira que sai de uma aldeia remota para ocupar um espaço de liderança na linha de frente da luta por justiça climática. Após sobreviver diversas tentativas de assassinato, ela é nomeada secretária nacional de Articulação e Promoção de Direitos Indígenas, do primeiro Ministério dos Povos Indigenas do Brasil — enquanto seu marido, Hugo Loss, agente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), liderava operações perigosas contra garimpeiros. À medida que Juma navega pelos desafios do poder político e sob ameaças crescentes à sua iminente maternidade, é forçada a encarar o custo pessoal da resistência. Íntimo e épico, YANUNI apresenta uma poderosa história sobre a sabedoria e a resistência indígena, o amor e a luta urgente a favor do planeta que chamamos de lar.

 

YANUNI foi produzido pela Malaika Pictures em associação com Appian Way, Nia Tero, Age of Union, Tellux Group e o apoio do Instituto Austríaco de Cinema.


Ficha Técnica

Elenco: Juma Xipaia, Hugo Loss

Direção: Richard Ladkani

Produção: Juma Xipaia, Leonardo DiCaprio, Anita Ladkani, Richard Ladkani, Jennifer Davisson, Phillip Watson

Roteiro: Richard Ladkani

Cinegrafia: Richard Ladkani

Composição: H. Scott Salinas

Editor: Georg Michael Fischer, bfs

Produção executiva: Dax Dasilva, Joanna Natasegara, Laura Nix, Erick Terena, Martin Choroba, Philipp Schall

Segundo camera: Fábio Nascimento

Trilha sonora: Katú Mirim

Vocais: Djuena Tikuna
País: Áustria, Brasil, Estados Unidos, Canadá, Alemanha

terça-feira, 16 de dezembro de 2025

Virada Amazônica: documentário sobre festival mostra impacto cultural em comunidades ribeirinhas do Rio Negro

Evento levou espetáculos e oficinas inéditas às comunidades ribeirinhas 

 

Figure 1 – Comunidade do Tumbira assistindo ao espetáculo “Capivaras Rebeldes”, peça idealizada pela Trupe Ave Lola e disponibilizada pelo projeto Virada Amazônica com apoio BASF 

 

Manaus, dezembro de 2025 – Já está disponível no Youtube o documentário da 1ª edição da Virada Amazônica, projeto que uniu arte, educação e sustentabilidade em comunidades ribeirinhas do Rio Negro (AM). O filme apresenta depoimentos de artistas, moradores e participantes que vivenciaram a experiência do evento, registrando a força transformadora da iniciativa na região.

 

Idealizado pela Academia Amazônia Ensina e Entre Mundos Produções Artísticas, com correalização da Trupe Ave Lola, e patrocinado pelo Ministério da Cultura e BASF, o projeto "Virada Amazônica" realizou sua primeira edição entre 4 e 13 de julho deste ano.

 

A iniciativa promoveu a circulação de espetáculos teatrais, oficinas formativas e intercâmbios culturais em Manaus, no Teatro Amazonas, e em comunidades ribeirinhas da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Rio Negro. Para muitos moradores, o projeto marcou o primeiro contato com atividades artísticas estruturadas, ampliando significativamente o acesso à cultura em um território historicamente afetado por desafios logísticos e geográficos.

 

O documentário também destaca relatos de lideranças locais, que reforçam o impacto da arte na formação de crianças, jovens e adultos. Para Ana Rosa Genari Tezza, diretora da Trupe Ave Lola, “participar da Virada Amazônica foi um marco para a Trupe Ave Lola. Poder dar continuidade ao nosso trabalho em conjunto com as comunidades ribeirinhas e incentivar o intercâmbio cultural entre partes do Brasil tão distantes, faz com que nós, como brasileiros, entendamos melhor nossa própria cultura, quem somos, onde estamos e para onde queremos ir”.

 

Assista ao documentário:

Documentário

Versão com libras

Versão com audiodescrição 

 

A BASF, uma das apoiadoras da iniciativa, destaca o papel fundamental do projeto no fortalecimento cultural e social da região. “O que vemos na Virada Amazônica é um encontro transformador entre diferentes saberes. Isto é, algo que possa despertar talentos, estimular novas perspectivas e fortalecer o senso de comunidade. Para a BASF, apoiar esse projeto é investir no desenvolvimento sustentável das comunidades ribeirinhas”, destaca Ivânia Palmeira, consultora de engajamento social da BASF.

 

Além do filme, também está previsto o lançamento de uma série com três episódios gravados durante a expedição, dos quais ribeirinhos compartilham histórias, cotidianos e percepções sobre a chegada da Virada Amazônica ao território. Os episódios podem ser conferidos na plataforma do Youtube.

 

Ouçam aos episódios: Spotify / Youtube 

 

Sobre a BASF 

Na BASF, criamos química para um futuro sustentável. Nossa ambição: queremos ser a empresa química preferida para viabilizar a transformação verde de nossos clientes. Combinamos sucesso econômico com proteção ambiental e responsabilidade social. Cerca de 112 mil colaboradores e colaboradoras do Grupo BASF contribuem para o sucesso de nossos clientes em quase todos os setores e países do mundo. Nosso portfólio compreende, como negócios principais, os segmentos de Químicos, Materiais, Soluções Industriais e Nutrição e Cuidados; nossos negócios autônomos estão agrupados nos segmentos de Tecnologias de Superfície e Soluções para Agricultura. A BASF gerou vendas de € 65,3 bilhões em 2024. As ações da companhia são negociadas na bolsa de valores de Frankfurt (BAS) e como American Depositary Receipts (BASFY) nos Estados Unidos. Mais informações em www.basf.com. 

sexta-feira, 12 de dezembro de 2025

Projeto Semeando Arte Circense apresenta ‘Um Sonho Chamado Circo’, dia 19 de dezembro, na NISFRAM de Sumaré, com entrada franca

Espetáculo lúdico e inclusivo transforma o espaço em um grande picadeiro, 

celebrando a imaginação, a fantasia e o espírito do circo


Sumaré, 12 de dezembro de 2025 – No dia 19 de dezembro, o público de Sumaré poderá se encantar com o espetáculo Um Sonho Chamado Circo, uma apresentação gratuita que convida crianças, adolescentes e suas famílias a mergulharem em um universo vibrante, cheio de cores, risos e possibilidades. As sessões acontecem em dois horários (17h30 e 19h30), na NISFRAM (rua Manoel Vitor Diniz, 345, Bom Retiro, Sumaré – SP). O evento gratuito e acessível à PCD, é viabilizado pelo PRONAC 240516.

Inspirado no universo circense, o espetáculo mistura fantasia e realidade, levando cada criança a despertar dentro de um sonho colorido, daqueles que brilham antes mesmo que o espectador abra os olhos. Porque o circo é exatamente esse lugar mágico, onde tantas coisas incríveis podem acontecer: risos que se espalham, músicas que fazem o corpo dançar, movimentos que desafiam a gravidade, brilho que ilumina o coração e a imaginação que abre portas para universos inteiros.

Nesta apresentação, cada gesto, cada número e cada personagem representa um pedacinho desse sonho que se torna real diante de todos. O palco se transforma em picadeiro, e o picadeiro vira um universo de encantamento, criatividade e alegria. As crianças não apenas interpretam: elas vivem o sonho, colorindo tudo com sua presença, energia e espontaneidade. E o público é convidado a entrar nessa atmosfera mágica onde o circo, com sua poesia própria, encontra abrigo no olhar de cada um.

Ao criar um ambiente envolvente e acolhedor, Um Sonho Chamado Circo reforça o valor do lúdico e da convivência criativa, proporcionando um momento único de celebração e conexão com a cultura.

O Semeando Arte Circense é viabilizado por meio da Lei de Incentivo à Cultura (Pronac 250516), com patrocínio da ADERE, produção da AH7 Gestão Cultural em parceria com a Villa7 Cultura e apoio da NISFRAM.


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SERVIÇO

UM SONHO CHAMADO CIRCO

Quando: 19 de dezembro (sexta-feira)
Horários: 17h30 e 19h30
Onde: NISFRAM (rua Manoel Vitor Diniz, 345, Bairro Bom Retiro, Sumaré, SP)
Quanto: Entrada franca
Acessibilidade: Evento acessível para PCDs
Viabilização: Ministério da Cultura (Lei de Incentivo à Cultura – PRONAC 240516)
Patrocínio: ADERE
Produção: AH7 Gestão Cultural e Villa 7 Cultura
Apoio: NISFRAM

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Sobre a ADERE – Fundada em 1967, a ADERE é uma das maiores empresas de capital nacional fabricante de fitas adesivas no Brasil. Com um portfólio variado – 43 linhas de produtos e mais de 1.000 itens em linha, que atendem à indústria e ao consumidor final –, está presente em todo o território nacional e também no exterior, em 17 países.

Sobre a NISFRAM – Somos uma Organização da Sociedade Civil (OSC) sem fins lucrativos que atua desde 2001 em sintonia com as necessidades emergentes de sua região, aplicando projetos socioeducativos para promover qualidade de vida, cidadania e inclusão. Nosso nome faz referência aos bairros vizinhos à sede inicial: Nações, Ipiranga, São Francisco e Maracanã.

Sobre a AH7 Gestão Cultural – Desde 2014, a AH7 atua na gestão de projetos culturais, democratizando o acesso à arte com responsabilidade e compromisso. Seu trabalho conecta criatividade, organização e impacto social, ampliando as possibilidades de transformação por meio da cultura.

Sobre a Villa 7 Cultura – Com mais de uma década de experiência, a Villa 7 desenvolve projetos culturais personalizados, conectando empresas, comunidades e artistas. Seu trabalho é pautado pela transparência, compromisso social e excelência na execução. 

quinta-feira, 11 de dezembro de 2025

Conservatório de Tatuí promove a 5ª edição do Concurso Estudantil de Dramaturgia

Divulgação

Com inscrições gratuitas até 2 de março de 2026, a iniciativa fomenta a produção dramatúrgica de estudantes de todo o estado de São Paulo; ao todo, o Concurso selecionará cinco produções vencedoras

A área de Artes Cênicas e o Conservatório de Tatuí promovem a 5ª edição do Concurso Estudantil de Dramaturgia, destinado a estudantes paulistas. A ação é uma iniciativa da instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, gerida pela Sustenidos Organização Social de Cultura e considerada a maior escola de música e artes cênicas da América Latina, que selecionará ao todo cinco obras vencedoras, que podem ser projetos já finalizados ou produções ainda em processo de desenvolvimento. As inscrições devem ser feitas online, por meio do formulário disponível no site do Conservatório de Tatuí, até dia 2 de março. No site da escola, estudantes e coletivos interessados(as) podem também acessar o regulamento completo.

A 5ª edição do Concurso de Dramaturgia do Conservatório de Tatuí é uma iniciativa da área de Artes Cênicas, que busca fomentar a produção textual de estudantes residentes do estado de São Paulo. A ação premiará cinco obras originais e, deste montante, destina ao menos três prêmios a participantes que residam no interior e litoral paulista, com o objetivo de dar visibilidade à produção teatral dessas localidades. De acordo com o regulamento, é necessário que as pessoas e grupos concorrentes tenham vínculo estudantil em nível fundamental, médio, técnico, superior ou que estudem em escolas e cursos livres de teatro.

Os projetos submetidos podem passear por diferentes linguagens artísticas, sejam elas peças em construções clássicas, além de produções com novas estruturas e estilos – como experimentações, textos performativos, releituras, entre outros. O Concurso Estudantil de Dramaturgia do Conservatório de Tatuí chega à sua quinta edição se posicionando como uma importante vitrine para novos(as) autores(as), reforçando a jovialidade e potência crítica de novos expoentes, trazendo um olhar renovado para a produção dramatúrgica e possibilitando o despertar de novas vozes da escrita teatral.

Além de destinar um prêmio no valor de R$ 3.000 para as peças selecionadas, o 5° Concurso de Dramaturgia prevê ainda a publicação, parcial ou integral, dos textos em uma edição extra da “BULI – Revista de Artes Cênicas do Conservatório de Tatuí”, periódico da instituição com lançamento previsto para o segundo semestre de 2026.

O processo de avaliação e seleção das melhores produções será realizado por uma comissão especial, formada por pessoas convidadas e docentes de Artes Cênicas do Conservatório de Tatuí. Entre os critérios classificatórios, serão analisadas a qualidade poética dos textos apresentados, bem como a criatividade, o potencial de inovação formal e a consistência estética dos projetos. Os cinco textos selecionados serão divulgados até o final do primeiro semestre de 2026, por meio do site da instituição.

Dúvidas e solicitações relacionadas ao edital e ao concurso devem ser encaminhadas exclusivamente aos curadores do certame – Antonio Salvador e Tadeu Renato – pelo e-mail concursoestudantildedramaturgia@conservatoriodetatui.org.br.

SERVIÇO
5º Concurso Estudantil de Dramaturgia do Conservatório de Tatuí
Inscrições gratuitas pelo formulário
Prazo: 
até 02 de março de 2026
Confira o editalhttps://bit.ly/4ix5oYq   

O Conservatório de Tatuí e a Sustenidos Organização Social de Cultura agradecem aos patrocinadores que apoiam nossas atividades por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura

Patrocinadores do Conservatório de Tatuí: 
Itaú, Zanchetta, Cipatex, Drogal, Marquespan, Sicoob


Sobre o Conservatório de Tatuí: Fundado em 11 de agosto de 1954, o Conservatório de Música e Teatro de Tatuí é uma das mais respeitadas escolas de música e artes cênicas da América Latina, importante equipamento de formação e difusão artística da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo. Oferece mais de 100 cursos regulares, livres e de aperfeiçoamento, todos gratuitos, nas áreas de Artes Cênicas, Música Erudita, Música Popular e Educação Musical. Atende cerca de 3.000 estudantes anualmente, vindos(as) de todas as regiões do Brasil e, também, de outros países, como Argentina, Chile, Coreia do Sul, Equador, Estados Unidos, Japão, México, Peru, Portugal, Síria, Uruguai e Venezuela. É considerado uma das mais bem-sucedidas ações culturais do Estado, oferece ensino de excelência, com a missão de formar instrumentistas, cantores, atores, regentes, educadores e luthiers de alto nível. Sua importância no cenário musical é tão acentuada que garantiu à cidade de Tatuí o título de Capital da Música, aprovado por lei em janeiro de 2007. A instituição é gerida pela Sustenidos Organização Social de Cultura.


Sobre a Sustenidos: A Sustenidos é uma organização referência na concepção, implantação e gestão de políticas públicas na área cultural que já impactou a vida de mais de 2 milhões de pessoas em 25 anos de atuação. Atualmente, é gestora do Complexo Theatro Municipal de São Paulo, do Conservatório de Tatuí e do Musicou, além do projeto especial MOVE e o festival Big Bang. De 2004 a 2021, também foi gestora do Projeto Guri, maior programa sociocultural brasileiro. Eleita pelo prêmio Melhores ONGs a Melhor ONG de Cultura em 2018 e uma das 100 Melhores ONGs do Brasil em 2022, a Sustenidos conta com o apoio do Governo do Estado de São Paulo, da Prefeitura Municipal de São Paulo e outras, de empresas e pessoas físicas. As instituições interessadas em investir na Sustenidos podem contribuir por verba livre ou através das Leis de Incentivo à Cultura (Federal e Estadual). Pessoas físicas também podem ajudar de diferentes maneiras. Saiba como contribuir no site da Sustenidos.

terça-feira, 9 de dezembro de 2025

Dicas de livros para presentear as crianças neste Natal


Com a chegada do Natal, a busca por presentes afetivos e significativos ganha força. Os livros continuam entre as opções mais especiais — e a Colli Books reúne títulos que encantam leitores de todas as idades. Histórias sensíveis, cheias de aventura, reflexão e esperança, perfeitas para fazer brilhar os olhos de quem recebe.

A seguir, destacamos algumas sugestões que prometem emocionar neste fim de ano:

 

“O Natal de Jorginho” – Tais Faccioli e Tiago Vilariño

Com linguagem leve e divertida, o livro acompanha Jorginho, um garoto apaixonado pelo Natal, que sonha com cenários típicos de filmes natalinos — neve, casacos, janelas congeladas. Mas, vivendo no Brasil, ele descobre que a magia natalina vai muito além do inverno.

Uma aventura encantadora que convida as crianças a valorizarem as tradições brasileiras e descobrirem novos significados para essa época tão especial.

 

“Sementinha” – Isa Colli

Nesta fábula poética, Isa Colli apresenta Aurora, uma pequena semente que vive no conforto do subsolo do Jardim Paraíso. Sem vontade de mudar, ela vê sua vida transformada por um acontecimento inesperado que a impulsiona a crescer.

A obra inspira leitores de todas as idades a refletirem sobre coragem, autodescoberta e superação dos medos — uma mensagem perfeita para um novo ciclo.

 

“Ayana, uma linda flor radiante” – Isa Colli

Sensível e necessária, a história retrata Odete e sua filha Ayana, que enfrentam juntas os desafios após a perda do pai da menina. Bullying, preconceito e amor-próprio são tratados com delicadeza, mostrando o poder do afeto e da união.

Quando Ayana foge de casa para fugir da discriminação, a comunidade se mobiliza para encontrá-la, revelando uma emocionante corrente de solidariedade.

 

“Alice: amor, perda e renascimento” – Isa Colli

Este romance forte e impactante apresenta Alice, uma jovem negra e pobre da Comunidade do Sapo, que enfrenta abandono, violência e falta de oportunidades. Para proteger seus irmãos, ela precisa tomar decisões difíceis em meio à invisibilidade social. A narrativa aborda temas como exclusão, adoções ilegais, tráfico, prostituição e desigualdade urbana, mas também oferece esperança ao mostrar momentos de ternura e apoio comunitário. Uma história profunda sobre resistência e renascimento.

 

A Colli Books se dedica a publicar obras que inspiram, emocionam e promovem reflexão, sempre com compromisso literário e social. Seus títulos destacam temas contemporâneos e universais, dialogando com leitores de todas as idades.

 

Para mais informações acessem www.collibooks.com